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Frase de Cawan Callonny

⁠Sonho de Calitheya A destoante pequenina escondida sob lago prateado Rumava nas direções seguras e bem vindas Vez ou outra a bisbilhotice lhe fugia Irrompendo errônea em dor curiosa Tocava sorumbática a sua cantoria melódica Aproximação ao teu caule é digno de fantasia Aprisionada em seu âmago puro Depravação se quebra ao toque sensível do seda Com pitadas sedosas, do impuro causa medo Na sua guarnecida fortaleza, jaz soberano reino de brancura Faça da sua doce alvura o sobrenatural Num céu jamais sombrio de outrora Sem fronteiras para segurar do seu gracioso mel A clareza se estende além dos limites seguros Impedindo para sempre a loucura desvairada Atrai atenção indesejada de adoração maculada Vencendo as iniquidades do além Meu intento nobre não há de ser único Há de ser verdadeira ternura Sem o uso de espada ou escudo Aceitando o ciclo infindável das centenas eras Calitheya, apodere eterna sob nosso novo céu glacial A gélida alvura de seu jeito meigo extermina moribundos enraivecidos Da ponta carmim de seus lábios aos frientos brandos pés de marfim As asas que a brandeiam são as mesmas que me tocam Afrontando lindamente meu êxtase exacerbado A seu sonho apenas a pertence Sem mais nem um ou outro milagre Sou convidado mais que precioso Servindo mais que qualquer outro Ofereço o meu sincero logro Assentindo sem mais tom temeroso Recebo surpreso apreço suntuoso Concebido a mim, seu sonho é meu também Em título imensamente pitoresco que é sua verdade A serena Calitheya há de reinar puramente quimérico.

Cawan Callonny

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Pensador.com

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⁠Olhos alucinados visam superfície rosada Lacrimejando meu espasmo nervoso Por que é penoso
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⁠Olhos alucinados visam superfície rosada Lacrimejando meu espasmo nervoso Por que é penoso Quando aprecio de seu ouro? Lorde clemente, não suporta intenção divina O presente que me foi dado, tomado para mim Santificada sob mãos cautelosas Agasalhada angelical Longe dos indignos A felicidade esbelta platina Marcada desde nova em sua inocente serventia Chacoalhava tempo a tempo em seu balanço na pradaria cinza Sem o tempo importar A quem mais importaria? Um paraíso preso a um jardim cinzento Carregava consigo seu reflexo primaveril Refletida em carne e sangue A alma dividida unicamente igual Uma imperativa garota ao rumo da outra Razões existênciais que vibram Construindo sem parar meu mártir ensandecido O caminho criado a base de prazer sem fim Sou o guia desta viagem lasciva Rumando direção contrária dos valores Ó destino incolor marcado por mim Trajando vestes brancas como marfim Leva-me aos céus, minhas flores do pecado

⁠O Inominável Sua existência absurda jaz no topo Não pertencente a leis universais
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⁠O Inominável Sua existência absurda jaz no topo Não pertencente a leis universais Vive trancafiado, separado da graça que antes o pertencia Construído abaixo sua montanha de olhos devassos De pele áspera e sangrenta Atinge-o na constante agonia Solvendo-o na familiar melancolia Abraçando-o nas puras gotículas rubras Na desesperança de retorno a moradia Ao seu antigo lar na imensidão Amaldiçoou novo mundo em obscura selvageria Servindo de banquete malicioso Montou seu reino maléfico sob pontudas angustias Como antes fizera seu antepassado Azmuth Os obcecados na magnífica rubidez vociferam “Malithet, Inominável Lorde Rubro Conceda-nos a graça de seu sangue E voltai ao teu cosmos pertencente”.

⁠Não Desejo Salvação Põe-me para descansar Indesejada benignidade
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⁠Não Desejo Salvação Põe-me para descansar Indesejada benignidade Querer existencial revogado O culpado em minhas visões, sou eu Ser sem vida compõe o resto Meu eu fugiu de mim Tentativa vã de se salvar Bateu de frente com sua punição Desejada punição, desejável dose punitiva Feita com minhas próprias partes Consumindo mais de mim para sobreviver Sobrevivência traçada umbrática sob meu céu Mente defasada não pensa, coração mórbido não sente Abatido e mortificado e destroçado e paranoico E lamina mortal e fria e insano suicida Lentamente entregue a confortável morte Acobertado cérebro no desejo mortífero Não mais responde ao seu chamado Distinto instinto apoderado a morte Brisa penumbral virou deleite imutável Imortal oração de morte, do orador ao seu alvo Eu sou os dois, assassino e alvo Chefe e contratado, marcado de morte em vida Minhas mãos assassinas proveram única piedade Conhecida e apreciada, vagando esquecido Pelos mesmos lugares que em vida não importavam Agora há de importarem, pois sozinho mais uma vez Hei de estar.

⁠A Chuva Pequeno mundo lacrimejava O medo engolia todo a esfera viva
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⁠A Chuva Pequeno mundo lacrimejava O medo engolia todo a esfera viva Se proclamando, a ele pertencia Declarando em digníssima melancolia O seu vislumbre especial Um profuso breu espectral Atacava o solo em gotas Apaticamente me envolvia Cobertor de rara alegria No ritmo lento, sua forma distinguia Íntima se fazia, pois nunca fugia Mas de nuvens não vieram Estranhamente, do além pertencia A incerta escuridão Parte a parte consumia Seu choro mudo ouvia-se em sinfonia Perdão disfarçado em falsa alegria. Eu, o mártir da nova sintonia Com seu plano colaboraria Em prol do fim Ao contraste do intenso apertar Destravei a porta que não deveria Compondo as palavras sem nenhuma harmonia Do seco ao molhado, inspirando antipatia Sufocante sentimento que não produz folia Desvanecendo na tranquila e doce melancolia A chuva não me abandonaria.