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Frase de Vitor Alves da Silva

Noites serenas, poesia cantada à capela. Desejo entoado em mantras que ecoam no ventre das trevas. Sorriso apagado. Um momento de autoflagelo. É o espelho da alma exaltando as escaras de um mundo ébrio. Alvorada. Desvairado disco. Mais um equilibrista caminhando na luz e na escuridão.

Vitor Alves da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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E depois de toda a tormenta, eu tomo um banho, me arrumo e mando a tristeza embora.
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E depois de toda a tormenta, eu tomo um banho, me arrumo e mando a tristeza embora. Porque o sol está lá fora. Um novo dia raiou... E não importa o tamanho do fardo. A alegria, no fim, sempre aflora. Pois, como filho do tempo, eu simplesmente o represento. "O tempo não para" já dizia o mentor. E por isso aproveito cada momento.

Como poderíamos ter dado certo se até a nossa música era uma triste canção da Adele? Talvez o universo sempre esteve conspirando contra, mas como meros mortais preferíamos viver o momento negando qualquer peripécia de um destino. Talvez... Quem sabe?! Será mesmo que possa existir…
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Como poderíamos ter dado certo se até a nossa música era uma triste canção da Adele? Talvez o universo sempre esteve conspirando contra, mas como meros mortais preferíamos viver o momento negando qualquer peripécia de um destino. Talvez... Quem sabe?! Será mesmo que possa existir um destino ou o acaso sempre foi e ainda é a lei que comanda o universo?

Nas ruas: panelaço. Na mídia: desacasos. E é assim que a sociedade se entretém. O cifrão é quem domina. E gerencia calibrado de estamina. Panela?! Pra quê bater se no fim só amassa. Enquanto a massa nem a manga arregaça, e a notícia passa com o seu foco aquém, o tempo abraça, tam…
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Nas ruas: panelaço. Na mídia: desacasos. E é assim que a sociedade se entretém. O cifrão é quem domina. E gerencia calibrado de estamina. Panela?! Pra quê bater se no fim só amassa. Enquanto a massa nem a manga arregaça, e a notícia passa com o seu foco aquém, o tempo abraça, tampa os olhos e deixa tudo a desdém.