Frase de fmauro
Não sei o quê Olhai seu devaneio as tuas estreitas, as tuas voltas. Observando-ei suas controvérsias e suas demagogias impróprias. O real não se observa no escuro porque é chegada a hora de abrir as vistas da real ilusão, apagada quando não condiz com o que queremos. Acende um não sei, abre-se um quê. Positivamos desconexões nervosas e desconhecidas pelo fato do segredo, hora guardado no interior individual, do singular do óbvio. Alinhavado pelo belo, pelo simplório e blindado com fina camada deveras ridiculada e feia, para que, por quê? Começar num contexto salutar e complexo é propositadamente liberar um vácuo sem término. Assim, sem ater, como pesar o acontecer e completar-se num próximo e exato qualquer? Incuba-se o sim até a realização dos pensados atos sem moldes na exatidão do existente. O não se evapora numa calda sem nexo, exteriorizando um vão incógnito devaneio a tudo e a todos. Distorções coadunam num reto ser, na moralidade simples e normal para se ficar assim... Manuseia-se propriamente dito... não sei o quê!! f. mauro.
No pensador.ai desde