Frase de Giovane Silva Santos
o devorador. Assim construiu se o Brasil. Fala se do índio. Do negro. Da mulher massacrada. Sim, é verdade. Um teor. Nas embarcações, das grandes civilizações. Jesuítas, uma ideia de amor. A troca começou. A morte, a cana pelo homem. O negro, trato bicho, animal. Uau, escambo do mau. Descobriu Brasil, uma linda árvore. O tronco frondoso, o pau. Pau Brasil. O olhar dos gafanhotos, arregalou, abriu. As flechas dos quatro cantos, começou, feriu. O migrador, cortador, enganador, devorador. Tentou, ainda tenta. É que ainda de pé aguenta. Brasil, por Deus suplantado o amor. Gafanhotos cortando galhos e folhas, o tronco e frutos, ainda que resiste, a pureza ceifou. Sabe, também sinto parte dessa árvore. Brasil, que infelizmente atraiu o ódio. Sim, a inveja, o orgulho, o preconceito, o homem má e seu trejeito. Parece que desde o nascituro. O anseio nada vale. Recai se todos males. Uma gama se fazendo. Os gafanhotos tecendo. A orquestra da destruição. Dos meus 43 anos. Cansado pelos danos. Percebe se e continua sonhando. Confrontando. Essa é boa, essa evolução. Os gafanhotos controlando a nação. Sinceramente. Não se trata nem tanto do material. Ceifa o intento do pensamento. O campo religioso. Sabedoria ou enganoso. Políticos, inteligência. Poder oculto, a força oculta. O homem praticador. Da justiça carnal. O tribunal do laboratório. Que acham da trilogia? Bem ou mal. Quem está sendo julgado. Os gafanhotos ou o pau Brasil. Tá claro ou não. Bem e mal. Inocente e culpado. Porque o pecado goza. O perdão é julgado e condenado. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde