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Frase de Pablo Gabriel Ribeiro Danielli

Dias de tempestade O que realmente é real, que instante vivido, sentido, pode ser confundido com sonho, com verdades ou meias verdades. A mente nos prega peças ou são nossas atitudes que pregam peças em nossas mentes. A loucura seria apenas um ponto de fuga para algo que não existe ou seria justamente o contrario, seriamos capazes de acreditar em palavras de algo que nunca existiu, ou sempre temos o palpável como única condição de crenças e costumes. Descobrir a roda todos os dias, ser capaz de se reinventarmos a todo segundo, tocar o invisível aos olhos, inverter a ordem do normal, colocar o certo e o errado, o bom e o ruim em confronto passivo, seriamos capazes de suportar ou lidar com os fatos ou a falta deles? As tempestades que nos assombram, fazem nosso intimo estar em um permanente navegar por águas bravas, por vezes o detalhe que deixamos passar, é justamente o detalhe que nos faz falta para resolvermos em que tipo de mundo estamos vivendo. Todos temos medos, todos temos temores, não do escuro, ou de algo que nos foi dito na infância, mas sim de falhar, do silencio empregado em meias frases mal faladas, escritas ou ouvidas, temor de ser visto como fracasso, por uma sociedade que na maioria das vezes, se quer sabe da sua existência. Então em que mundo realmente vivemos, que luta sem fim queremos ganhar, estamos a viver em um mundo real, ou apenas é uma peça pregada pela nossa mente, para disfarçar a loucura existente nem cada um de nós. Para onde correr, procurar abrigo, quando a tempestade é justamente dentro de nós.

Pablo Gabriel Ribeiro Danielli

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Despertar “Depois daquele dia, decidiu que nada mais escreveria para ela, pois se o amor pode lhe ferir ao invés de fazer-lhe sorrir, não poderia demonstrar tais sentimentos por alguém tão frio. Jurou por Deus, que jamais as flores pagariam por tal pecado, hora morno, hora um a…
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Despertar “Depois daquele dia, decidiu que nada mais escreveria para ela, pois se o amor pode lhe ferir ao invés de fazer-lhe sorrir, não poderia demonstrar tais sentimentos por alguém tão frio. Jurou por Deus, que jamais as flores pagariam por tal pecado, hora morno, hora um amor sem laços, desatou a fita que lhe vendava, podendo assim, sentir a verdade. E por vezes a verdade faz arder até mesmo o mais puro sentimento. Com um pouco do que sobrou em seu copo, gole a gole, experimentava os arranhões, ali tão presentes, que insistiam em sair de sua alma, tornando as lágrimas um dia azedas em presente tão doce. Coube distribuir apenas o que restou para o mundo novo, sorriu e sorriu, meio amarelo, de canto e sem graça, como quem diz que depois de palhaço, resta apenas distribuir risadas. Tamanha foi sua sorte, que não poderia imaginar, em sua pequena platéia, mesmo com um espetáculo tão sem graça, alguém admirou seu sofrer.”