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Frase de Nathália Vieira Dyonisio

Nasci sem garras? Ou o quê? Não sei me segurar às coisas, me prender, permanecer. Por quê? Parece ser sobre tudo e qualquer coisa, onde, seja necessária a presença da minha "perseverança", minha "constância". Eu não tenho. Não sinto ter. Não me parece estar disponível pra usar. Se não é algo de se "ter". Então, ele não permanece em mim. Não vive em mim. Não, ainda.. Se é isso mesmo o "quê" eu preciso. Onde eu encontro? Alguém pode me dizer quem o tem pra oferecer? Ele, ela? Algum? Alguém? Se sim. Quando? Me diz quem. Só me aquieto no que me envolve. Naquilo, naqueles, nestes, que, por sua vez, possuem o que eu não sinto possuir. A garra, a cola, o imã, que prende os quês e os quais e os quem. Acredito que um dia, não sei quando, vou achar. Ou, quem sabe, adquirir. Vai saber. Só sei que antes dos quereres, é isso o que eu mais quero, querer como muitos que querem. Que sabem como querer. Pois assim um dia se tem. Se é.

Nathália Vieira Dyonisio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nada como as coisas aparentemente ruins que acontecem pra nos ensinar algo de bom, como todas as experiências que adquirimos em cada situação, como a certeza de que por mais que saibamos ainda temos muito o que aprender, como as coisas que queremos se tornam vãs perto das coisas…
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Nada como as coisas aparentemente ruins que acontecem pra nos ensinar algo de bom, como todas as experiências que adquirimos em cada situação, como a certeza de que por mais que saibamos ainda temos muito o que aprender, como as coisas que queremos se tornam vãs perto das coisas que realmente precisamos, nada como um dia após o outro. A vida nos é suficientemente didática, basta que sejamos flexíveis e atentos aos ensinamentos dela.