Frase de Jackson da Mata
Na escola eu rabiscava uma letra com o pouco que aprendia de política através do jornal de seu Pádua, que sempre era o da semana anterior: “Até quando temos que ficar nessa exploração? Essa terra é o meu salário e de todo cidadão Lutamos contra a impunidade/ Pois precisamos sobreviver Desta terra nos deixem a metade / Mas não deixam é nada pra você Não venda a sua nação/ Ô pobre cidadão Roubam-nos a luz do dia e não fazemos nada pra deter A Amazônia está perdida e a culpa não dá pra esconder Não venda a sua nação/ Ô pobre cidadão.
No pensador.ai desde