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Frase de Pr. Gersé Jordão da Silva

⁠GUERRA E PAZ NUMA PERSPECTIVA CRISTÃ As guerras evidenciam a bestialidade humana e, igualmente, a compreensão de que os que a promovem, desvalorizam em muito a vida do outro e das nações. Deus criou a humanidade para a paz e não para a guerra. A guerra é feia; a paz é linda!!! Guerra é sinônimo de morte; paz é sinônimo de vida!!! Guerra é sinônimo de desarmonia, ao passo que a paz é análoga à harmonia! A guerra, ao provocar intranquilidade, insegurança, medo, carestia, escassez e muitos outros males, enferma o ser humano psíquica, física e espiritualmente. Já a paz é o inverso de tudo isto, resultando em vida de qualidade. Deus combateu a inimizade entre Ele e a humanidade, não nos atacando e destruindo, mas encarnando e entre nós vivendo na pessoa do Seu Amado Filho Jesus, que se deixou ser por nós condenado e morto na cruz. Em vez de nos matar, Ele morreu em nosso lugar. A paz foi conquista pela morte vicária de Cristo na cruz, seguida de Sua ressurreição, três dias depois! Cumpriu-se o que o próprio Jesus havia profetizado antes de ser morto: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim”. (Jo 12.32). O amor venceu a inimizade, a paz venceu a guerra! O amor nos trouxe de volta ao Criador! Deus odeia tanto as guerras que quando a humanidade se tornou violenta nos dias de Noé, Deus enviou o dilúvio como forma de juízo e contenção da violência. O mundo está se autodestruindo com as guerras. “Não matarás” (Êx 20.13), ordena Deus nos Dez Mandamentos. Tomar a iniciativa de tirar a vida do outro, por motivos vis, entre eles as guerras, atenta contra o Decálogo Divino e, portanto, contra o Autor da vida! As guerras revelam o espírito ambicioso, egoísta e dominador que caracterizam os conquistadores e as nações sob seus comandos. Quem faz da guerra seu instrumento de autopromoção, conquista e sustentação no poder, já é um derrotado pelo mau. Guerra não é sinônimo de força, mas de fraqueza. A guerra só deve ser vista como legítima para a parte atacada que reage com guerra como sua legítima defesa e, ainda neste caso, se houver tempo de tentar a paz por meio do diálogo, deve fazer. Quando a guerra é para tomar o que é do outro é clara ambição. Quando é para defender o que é seu é legítima autodefesa ou proteção. As guerras e rumores de guerras são um sinal da volta de Jesus Cristo para buscar a sua igreja. A guerra é um pacote do mau. Com ela vem a violência, as mortes, a destruição, a fome, os bolsões de refugiados, a perda de membros da família ou até de famílias inteiras, o apropriar-se das propriedades e bens alheios e até de uma nação inteira, a violação de direitos humanos fundamentais, os traumas psicológicos profundos, etc. A guerra é dispendiosa, enquanto a paz é generosa. A guerra é um contrassenso: para vencer é preciso destruir, e isto só é possível mediante altíssimo custo, mas uma vez vencendo, é preciso reconstruir, e isto de igual modo demanda altíssimo custo. Promover a guerra custa muito caro; promover a paz requer a fé em Deus, a prática da bondade, do amor, da verdade, da tolerância, do altruísmo... e da justiça. Existem diferentes tipos de guerras: bélicas, econômicas, religiosas, raciais, ideológicas, filosóficas, do tráfico de drogas... e todas resultam na alienação dos bens e direitos do(s) outro(s), incluindo o bem maior: a vida! Neste mundo pós-moderno e globalizado, o mau da guerra foi potencializado, pois uma guerra entre dois países ou grupos de países, não prejudica somente a eles, mas as nações do mundo inteiro. Muitas guerras são promovidas em nome de nobres justificativas, quando na verdade não passam de motivos abomináveis, encobertos por mentiras disfarçadas de verdades, amplamente divulgadas por mídias oficiais e até privadas, por governantes compradas, subornadas. Quem, pela fé, disse sim a Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, tem o dever de ser um promotor da paz, em claro combate aos que promovem a guerra. Uma das razões por que o mundo atual odeia tanto a Jesus Cristo e aos cristãos é por causa da compreensão pacifista da vida, seja nas relações pessoais, seja nas relações internacionais. O pacifismo cristão atenta contra o espírito belicoso do mundo atual. É incompatível com uma nação que se fundamente em princípios cristãos ser beligerante e ambiciosa em relação as demais nações! A história testemunha que todas as nações que alimentaram um espírito belicoso e expansionista, mais cedo ou mais tarde vivenciaram a queda e a humilhação. Então, de que vale a guerra? Os dominados, explorados, subjugados, humilhados... um dia reagem. Mais do que isto: quem clama ao Criador, tem a certeza de ter ouvido o seu clamor, vista a sua dor, e o socorro Divino estendido em seu favor! “Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz”. (Jr 29.7 ARA) Diga não a guerra, e sim a paz!

Pr. Gersé Jordão da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A mentira engana, escraviza e mata; a verdade edifica, liberta e dá vida eterna. Uma mentira religiosa tem consequências mais graves do que a violência: esta mata o corpo, aquela mata a alma. O propósito da religião é religar o ser humano ao Criador. Porém, digo com dor, que um…
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A mentira engana, escraviza e mata; a verdade edifica, liberta e dá vida eterna. Uma mentira religiosa tem consequências mais graves do que a violência: esta mata o corpo, aquela mata a alma. O propósito da religião é religar o ser humano ao Criador. Porém, digo com dor, que uma religião que se estrutura na mentira, o homem de Deus desliga. Se se pode religar, o que um dia foi desligado. Foi isto que ocorreu quando o ser humano deu lugar em sua vida ao pecado contra o Seu Criador. Como Criador do universo somente existe um, então o termo Religião só faz jus quando aplicado ao Real Criador. A região que se fundamenta em tradições humanas mentirosas, anula e/ou abandona, segundo Jesus, a Palavra de Deus, que é a verdade. Uma grande mentira é afirmar a relatividade da verdade, colocando-a sujeita a subjetividade da tirania da individualidade do ser humano caído e inclinado à mentira. É bom que se diga que a verdade precede e está acima da humanidade, pois a verdade é tão eterna quanto o é o Criador. Uma afirmação ou é verdade ou é mentira. Jamais verdade e mentira ao mesmo tempo como prega a doutrina da relatividade. Existem diferentes níveis no conhecimento da verdade, os quais vão desde o menor até o mais elevado grau possível ao ser humano. Quanto mais o nosso conhecimento se aproxima comprovadamente da verdade, mais elevado é o nosso conhecimento da verdade. Jamais relatividade da verdade, pois esta põe em dúvida a verdade e até mesmo a nega, põe em conflito os seres humanos como sujeitos do conhecimento e, por fim, atentam contra o Criador e Sua Revelação, a Bíblia. Defendendo-se a relatividade, defende-se que qualquer mentira é verdadeira, uma vez que cada um pode de forma consciente e pelas razões mais vis defender sua mentira como verdade.

O rico insensato faz da riqueza o seu deus e, ainda, por tabela, a si próprio como seu deus. Já o pobre cobiçoso, faz da pobreza sua causa de revolta contra o seu semelhante e contra o verdadeiro Deus, seu Criador. Porém, tanto um quanto o outro, são igualmente adoradores da riqu…
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O rico insensato faz da riqueza o seu deus e, ainda, por tabela, a si próprio como seu deus. Já o pobre cobiçoso, faz da pobreza sua causa de revolta contra o seu semelhante e contra o verdadeiro Deus, seu Criador. Porém, tanto um quanto o outro, são igualmente adoradores da riqueza (idolatria). Um, por possuir a riqueza e, o outro, por querer possuí-la.