Frase de Matheus Henrique Carneiro Pinto Ruiz
O Silêncio que Fica No silêncio das noites sem voz, Onde o eco do riso se apaga, Fico só, com a saudade feroz, E o vazio que em meu peito naufraga. Os amigos partiram no vento, Como folhas caídas no chão, E eu, prisioneiro do tempo, Sigo preso à minha solidão. O amor, que um dia brilhou, Hoje é estrela distante, sem cor, E aqui, onde tudo parou, Resta apenas o peso da dor. Mas entre sombras e ausências, Talvez haja um novo amanhecer, E nas margens da minha paciência, Quem sabe, eu volte a renascer. Pois a solitude é escolha cruel, Mas no fundo há algo a ensinar: Que mesmo no vácuo de um céu, Ainda podemos voar.
Matheus Henrique Carneiro Pinto Ruiz
No pensador.ai desde