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Frase de Ana Barroso

__ Você me ama? __ Abre os braços __ vai me abraçar, é? __ já estou te abraçando __ é que você é tão pequenininho... __ sou, minha pequena? __ o que? lindo? __ Não. Pequeno... Você não disse? __ ah é! (riso) __ Boba! __ namorado da boba, é o que? __ pequeno uai __ Não! Era pra você ter respondido: bobo __ Ah, entendi. __ Entendeu o que? __ Pergunta de novo __ namorado da boba, é o que? __ É a primeira pergunta __ (...) Se você me ama? __ Isso... Eu te amo! Mesmo assim... Pequeno e bobo. (suspiro)

Ana Barroso

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Pensador.com

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Outras frases de Ana Barroso

... sono da tarde, combinar de sonhos de gente que é tanta e não se acaba Anseios cometidos ou incansavelmente esperados Cor de saudade, melancolia contornando a combinação lilás
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... sono da tarde, combinar de sonhos de gente que é tanta e não se acaba Anseios cometidos ou incansavelmente esperados Cor de saudade, melancolia contornando a combinação lilás Ocaso suave na hora certa pra paz perambular Entre um canto e outro. Ruas, vielas, eles e elas Rostos de novo. De ontem. Anteontem. Do Antigo e do moço São sempre dias com caras novas Cada dia com uma coisa pra contar, o formato pode até ser igual Moldura, nem o possui. O dia é, na verdade, livre E nele, é bom estar. Estar por si só, nessa coisa de ser Morar no tempo sem muito a abocanhar Luz brilhando quieta, vestindo calmaria. Isso já reluz! Em meio a todo agito, o carnaval apita apito Acabou-se a festa, eternizou-se a magia! Gosto quando penso que vou .re.começar tudo de novo de dias em diante A manhã vigora só amanhã cedo E a tarde (agora) me abraça com ar de dia feito E enfim, este perene dia dorme No ecoar do finalzinho da melodia, que também nem se acaba Fim que não morre. Vem só pra dar sabor, sintonia, poesia... (Alumia!)

Varrendo as sombras do meu caminho, em maneira sabida, fui ser ancila da sua vivacidade que se fazia na varanda no outro dia de manhã cedinho para abrir meus olhos. Hora que passeia a paz, onde tudo é ainda muito desenhado, emprestado ao nosso anseio justo de consumir vontades. N…
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Varrendo as sombras do meu caminho, em maneira sabida, fui ser ancila da sua vivacidade que se fazia na varanda no outro dia de manhã cedinho para abrir meus olhos. Hora que passeia a paz, onde tudo é ainda muito desenhado, emprestado ao nosso anseio justo de consumir vontades. Naquela luz brilhando quieta, ainda clareando, calcei os chinelos, vesti simpatia. Dispersa pra compor meus vastos sintomas, as vezes desaparecia, mas mesmo desprevenida eu ainda me deparava num recomeço único para nossos movimentos. Na verdade, é que abocanho essa sina que cata seus sentidos. Eu saboreio as suas cores. Acho o dúbio em canto pra melodia, emudecendo a dúvida. Colhendo brotos... Cifrando vida... E assim descobrindo essa rima toda que se traduz em um apego júbilo de desejo. - Ensaio com você, em tentativa para minhas invenções...