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Frase de Joelma Antunes

AUSÊNCIA DO ENCONTRO Destino me leva na palma da mão Presente me abraça e o passado se disfarça com tristeza de não poder voltar Não vou mais amar porque já sofri Não vou mais chorar porque já renasci Não vou falar porque já encontrei o silêncio Não vou mais sorrir, pois não vejo sentimentos Não vou olhar fixamente porque os caminhos se ramificam Não vou mais falar de saudades porque já aprendi a aceitar Não vou confiar mim Nem tão pouco em ninguém Porque o mesmo não existe E às vezes também deixo de existir. Não vou refazer nenhum passo Nem tão pouco querer voltar Adiante de mim existe uma luz pois fim do túnel já anuncia seu rumo. Não tocarei no que é abstrato Não sentirei o que não posso ter Apenas guardo no baú dos meus sonhos Coisas que se perderão dentro de mim Esquecidas como poeira ao vento Que talvez se refaça na lembrança. Não pensarei simplesmente Não trarei dentro de mim lamentos Não vou me magoar com o q é humano Não vou de encontro ao que sou Nem construirei castelos de emoção... Aprendi a dizer NÃO Mas de você, quem fala é o coração

Joelma Antunes

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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LINHAS VULNERÁVEIS DA SAUDADE Forrei meu caminho de amor Como a lágrima que sorrir
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LINHAS VULNERÁVEIS DA SAUDADE Forrei meu caminho de amor Como a lágrima que sorrir Mergulhei na alegria da tua alma Num abraço que chora Arrancando do peito A única lágrima que me restava Nas forças que poupei Quando desastradamente passou por mim... Sigo atônito nas linhas indecifráveis do tempo Busco-te nos meus pensamentos noturnos Em Frases cortadas pelo silencio Ate que os sonhos novamente batam a porta Folheio-me nas páginas da vida Despertando em meus anseios ocos Encontrando recordações impalpáveis... E nessas linhas vulneráveis Sou apenas resquícios de vida Flutuando em tuas saudades

FALA-ME COM TEU SILÊNCIO Um sorriso basta! Do que não sei ao certo
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FALA-ME COM TEU SILÊNCIO Um sorriso basta! Do que não sei ao certo Gosto de ti até quanto te calas E em teus lábios colho palavras Que alimentam minha vida E molda minhas esperanças. Delicadamente observo nos olhos do futuro Sonhos... Alguns deles destruídos, Alguns mais redirecionados E alguns outros misteriosos Que degustei ao longo da existência. Despi-me das perguntas Pois já não havia respostas óbvias E eu faria qualquer sacrifício Para que teus sorrisos fossem eternos E não apenas de momento. Lancei ao mar o grito que bradei Querendo dar-te liberdade E calei os sentimentos que afagam minha alma Grande amor que foi essa mentira! Nesta grande mentira mergulhei minhas verdades.

JAZIDAS LEMBRANÇAS Quando nossos olhares se encontraram Eu desejei morar nos calabouços do teu coração,
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JAZIDAS LEMBRANÇAS Quando nossos olhares se encontraram Eu desejei morar nos calabouços do teu coração, Mesmo se tivesse que viver Na escassez de sentimentos. Havia em mim, Uma enorme necessidade de viver! Uma urgência de abandonar a dor Morri nas trocas de palavras Ao buscar a vida que hoje não mais respira! Onde o silêncio se dava bem com o coração Numa presença que não mais existia Caminhei por onde o amor jazia. Quando fostes embora... Levastes a minha liberdade E me aprisionei no surreal do descontentamento! Uma sensação de ter tocado a felicidade E ela simplesmente virou pó!

Dura ausência As minhas mãos estão tão solitárias sem as tuas!!! Minhas saudades te pedem para ficar
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Dura ausência As minhas mãos estão tão solitárias sem as tuas!!! Minhas saudades te pedem para ficar Chego até ver-te sem te olhar Não me importo em suplicar Esqueça tudo e comigo vem ficar Porque se for medo... Deixas que os meus medos abracem os teus! Não sei se meu destino é teu caminho ou Se meu caminho é teu destino Meus braços falam para você ficar E na força desse abraço Entenda... Que ainda quero te amar! Recordo ... Que a força do último abraço Desperta a memória dos meus sonhos E no infinito eu contemplo A inquietude da manhã chegando As portas das saudades se abrem Como se ainda fosse possível Ter-te em meus braços O sobressalto da tua presença. O reviver da minha entrega... E o meu amor desvendado em um único olhar Num infinito que me contemplo... Na intimidade de um olhar nítido! Sentimento que me deixa enclausurar Por qualquer palavra tu me decifra E no silêncio da tua ausência Refugio-me nos sótãos dos meus poemas