Frase de Lo op
E que, quando a morte vier me buscar, que ela me encontre no banco da praça. Por quê? Porque eu nunca vou à praça.
No pensador.ai desde
E que, quando a morte vier me buscar, que ela me encontre no banco da praça. Por quê? Porque eu nunca vou à praça.
No pensador.ai desde
Sou o nascer das flores, o perfume leve que anuncia a PRIMAVERA. Sou a brisa morna
Sou o nascer das flores, o perfume leve que anuncia a PRIMAVERA. Sou a brisa morna que encosta de leve no fim das tardes de VERÃO. Sou o ouro das folhas, os tons castanhos do tempo, o cheiro da chuva que antecede o OUTONO. Sou o silêncio que se espalha pelas ruas, as noites longas, o abrigo quente das cobertas no INVERNO. Sou o movimento invisível dos dias, dos meses, dos anos — o tempo em marcha constante, indiferente. Sou aquele que muitos dizem ter a sorte de encontrar. Mas sou, sobretudo, o que passa.
Já morri tantas vezes e nunca tive medo da morte, até conhecer você.
Já morri tantas vezes e nunca tive medo da morte, até conhecer você. Mas também desenvolvi o medo da vida: de viver o suficiente para te ver morrer. Então me abrace. Vamos ser eternos agora, entre a vida e a morte.