Frase de Carlos de Castro
A POESIA QUE ANDA NO AR Não te quero ver. Enquanto em ti não houver, Pombal aberto De pombas a voar Nos céus de sal, Na paz com abraços Estilhaços De abraçar A poesia que anda no ar, Como estrelas prenhes De estrelar. Nos céus do mar A abarrotar Por inventar Nostalgias, Sem alegrias De escrever Para agradar. É que depois, Vem a inveja Negra cereja E a poesia anda no ar Aos tombos. Sem destino, Porque o poeta é pequenino. (Carlos De Castro, in Poesia Sem Censura Em Portugal Existe, no Brasil Não, em 03-09-2022)
No pensador.ai desde