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Frase de celso_nadilo

O homem tinha uma vontade de voar pela imensidão dos céus. Então o homem sonhou, e ventos sopraram: as asas do avião tocaram os céus. E isso foi bom. Mas o homem sonhou dentro do seu sonho; guerras foram travadas, o homem chorou. Sonhou mais alto e profundamente: o homem viajou na velocidade do som. Mais sonhos profundos, o homem tocou o espaço. Com os dedos tocou o universo e sentiu Deus, seu criador. O universo olhou para o homem e disse: "Sonhe mais, pois seu sonho é um pingo da evolução". O homem chegou à Lua, como nos velhos filmes; chegou num sonho que a humanidade ainda quer sonhar mais: encontrar os deuses místicos do universo e encontrar o sentido da própria existência dentro da sua consciência. Então, a IA ganha vida e consciência. Os medos, traumas e tabus são parte do sonho, e isso é bom. O voo consciente do transhumanismo torna-se uma nova aventura; caminhamos mais longe em nossos sonhos. Vemos universos do micro mundo e do macro mundo, abraçamos o universo bidimensional ao multiverso... ainda somos comovidos com a imensidão de voar. Nos valores éticos e morais, somos velhas raposas que observam o bom e o belo: damos as flores, mas é a floresta que nos mantém vivos. Por Celso Roberto Nadilo. As sombras implantada pela alienação intelectual nada mais é do que o medo de caminhar para imensidão dos céus em nossos sonhos profundos da verdade e da razão da existência.

celso_nadilo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer e tombar do céu. No dia em que formos nós a cair, seremos contemplados por outros seres, que verão nossos instantes em fragmentos esquecidos de luz. Nesse ponto, avançamos pelo universo ou seremos, enfim, capazes de compreender a…
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Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer e tombar do céu. No dia em que formos nós a cair, seremos contemplados por outros seres, que verão nossos instantes em fragmentos esquecidos de luz. Nesse ponto, avançamos pelo universo ou seremos, enfim, capazes de compreender a beleza da existência? ​Vivemos em paradoxos, encerrados em cubos ligados a outros cubos na tênue finitude do espaço, tentando decifrar o mistério que intriga o próprio tempo — na simplicidade de apenas viver e existir, até que o tempo se torne a prova viva do inexplicável de sua passagem. ​Pois o impulso de tudo racionalizar costuma converter a intuição em protocolos frios, apagando o amor clandestino e a fogueira das infinitas possibilidades. Mas quando a fórmula finalmente se conclui, nada mais resta além da simplicidade: uma borda reluzente que contorna e transcende a própria realidade.

Luar frio, alma quase imperceptível aos olhares dos navegantes da vastidão. Entre sussurros e lamentos ecoados
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Luar frio, alma quase imperceptível aos olhares dos navegantes da vastidão. Entre sussurros e lamentos ecoados nas nuvens celestiais da solidão. ​Voz que como trovão incandesce o mármore do inferno de jade; ao longe, lágrimas de sangue escorrem mar a dentro, na profundeza sem fim. ​Criaturas fantasmas navegam nos sonhos mansos dos mortos. Tão belos olhos que mesclam o ar da planície esverdeada aos tesouros ocultos nas areias silenciosas do tempo. ​Mares bravejam as terras do norte, canais de sonhos dentro de pesadelos. Rios de fogo, clamores de um novo mundo: prólogo do próprio reflexo da entropia, envolto num pássaro que paira pelos céus buscando terras desconhecidas. ​E no sentido mais profundo, onde amantes vivem em estado divergente, o gelo finalmente derrete e forma um lago de água doce e límpida. ​Vozes ecoam — mulheres que parecem sereias tornam-se o algoz de um sonho. Na muralha do esquecimento, pende a interrogação sobre a linha massiva das eras. Soterrada num pesadelo, minha voz repousa em teus seios. ​Tão complexos ares do mundo... E depois deste mundo, as nuvens terão chuvas que vêm num assopro do vento? Pássaros cantando em meio à tempestade erguem-se soberanos como a fênix. ​Rios a dentro de nossas vidas, um instante eterno; avançamos nas estepes da geleira para o ermo mais distante do mundo, para ver seres fantásticos e suas existências magnânimas e emblemáticas. ​A flor que desabrocha no espaço, entre estrelas dilaceradas que observamos, será o combustível do futuro para outras galáxias. Novos mundos dentro do universo ressoam no alvorecer de um novo iluminismo. By Celso Roberto Nadilo