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Frase de Alexsándra Duárte

Maturei e entendi, que eu não quero só amar uma mulher. Eu quero dividir os dias com ela, os medos, as pequenas alegrias, uma vida inteira. Antes, eu achava que amor era incêndio. Hoje eu sei que amor também é café passado cedo e presença que fica. É acordar num domingo sem relógio nos empurrando pra longe, sem despedida atravessando a manhã. É construir memória dentro da própria casa, deixar nossos rastros nos cômodos, o nosso cheiro nos lençóis, o nosso silêncio confortável ocupando o espaço. Mas existe um cansaço silencioso em amar outra mulher : o de sentir que o nosso amor está sempre diante de um tribunal sem rosto, severo e invisível. Como se precisássemos provar o tempo inteiro que é sério, que é família, que é amor legítimo, como qualquer outro. As pessoas perguntam demais, desconfiam demais, até dos nossos planos mais simples: ficar, envelhecer, construir futuro. E isso cria uma tristeza difícil de explicar, como se a gente tivesse que parecer forte até quando só se quer colo. Como se desejar estabilidade, família, permanência fosse fraqueza. Como se amar profundamente fosse depender. Mas eu quero, sim. Quero amar e ser amada com essa disposição . Quero uma casa cheia de rotina. Tenho um filho. Talvez queira outros. Quero o cotidiano dividido em dois corpos. Quero alguém que tenha vontade de permanecer, que olhe pra mim como quem encontrou casa. Quero viver um amor que não precise se justificar pra merecer respeito. No fim, eu acho que pessoas como nós nunca sonharam alto demais. A gente só sonha com aquilo que tentaram negar por tanto tempo: o direito ao afeto, à permanência e à delicadeza de uma vida comum. Alexsándra Duárte

Alexsándra Duárte

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alexsándra Duárte

⁠Estar só Dar lugar à dor Esgotar as lágrimas
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⁠Estar só Dar lugar à dor Esgotar as lágrimas E finalmente chegar à conclusão de que o que me prendia àquela pessoa era o compromisso que levo a sério de não soltar a mão, mesmo quando as coisas não estavam boas em alguns aspectos. A gente vai levando, porque dissemos “sim” de forma tão intensa e verdadeira que nos perdemos de nós mesmos. Nos nossos princípios de ser Na forma de viver No que queremos para nós enquanto pessoa e família Nas músicas que gostamos Nos ambientes onde realmente queremos estar presentes Nos assuntos de mesa de jantar que toleramos E quando a pessoa vai embora, percebemos que tinha que acontecer, que já estava passando da hora, só não tínhamos coragem. Se a vida te empurrou para o novo, se entregue. Agradeça e esteja preparada para novas aventuras, com mais cautela, com mais intencionalidade, com mais consciência do que é suportável e do que é insuportável. Porque você também passa a ser estranha em um meio que é muito diferente de você. E não se trata de ser melhor ou pior do que você, é apenas energia, experiências de vida, propósitos distintos. E tá tudo bem… Texto de Alexsándra Duárte

Palavras, quando harmonizadas com atitudes, desenham paisagens de beleza rara. Tal qual na vida, é preciso exercitar a presença, evitando palavras impensadas. “Palavras pintam paisagens.” O amor é delicado e precioso; um gesto impensado pode desfazer castelos de sonhos. Por iss…
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Palavras, quando harmonizadas com atitudes, desenham paisagens de beleza rara. Tal qual na vida, é preciso exercitar a presença, evitando palavras impensadas. “Palavras pintam paisagens.” O amor é delicado e precioso; um gesto impensado pode desfazer castelos de sonhos. Por isso, quero compartilhar como me sinto ao teu lado: leve e feliz, como se estivesse abençoada. Sinto uma nova oportunidade de viver um sonho que reflete minhas aspirações de família, estilo de vida e de como quero viver um amor. Cuide-se! Adoro você. Alexsándra Duárte

Às vezes, a saudade não é apenas da pessoa. É da história que imaginamos viver ao lado dela. É dos planos que criamos em silêncio, das conversas que nunca aconteceram, dos lugares que sonhamos conhecer juntos e da vida que o coração começou a construir antes mesmo de a realidad…
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Às vezes, a saudade não é apenas da pessoa. É da história que imaginamos viver ao lado dela. É dos planos que criamos em silêncio, das conversas que nunca aconteceram, dos lugares que sonhamos conhecer juntos e da vida que o coração começou a construir antes mesmo de a realidade confirmar que ela existiria. E é importante entender essa diferença. Nem sempre sentimos falta de quem a pessoa realmente foi. Muitas vezes, sentimos falta daquilo que acreditávamos que ela poderia se tornar. O amor cria expectativas. Mas a maturidade aprende a olhar para a realidade. Quando alguém entra em nossa vida, é natural enxergar seu potencial. No entanto, relacionamentos não são construídos sobre promessas, possibilidades ou versões idealizadas de alguém. Eles se sustentam nas escolhas diárias, na presença, na reciprocidade e no compromisso. Por isso, faça uma pergunta sincera a si mesmo: você sente falta da pessoa que ela demonstrou ser ou da pessoa que você esperava que ela um dia se tornasse? A resposta pode transformar a maneira como você enxerga essa história. Proteja o seu coração sem endurecê-lo. Continue acreditando no amor, mas permita que o tempo revele quem merece caminhar ao seu lado. Os sonhos são importantes. Mas a paz nasce quando deixamos de amar apenas o que imaginamos e aprendemos a valorizar aquilo que a realidade nos mostra. Porque o amor saudável não nos convida a viver de expectativas. Ele floresce no encontro entre duas pessoas que, todos os dias, escolhem construir a mesma direção. Espero que esse texto lhe sirva de lembrança de que amar também é discernir. O coração pode sonhar, mas a sabedoria observa os fatos antes de entregar a própria vida às promessas da imaginação. Alexsándra Duárte