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Frase de Dani Self Essence

VULTURE Sujo és lama que me possui tão amargamente Sujo e estúpido abutre sobrevoando o céu Em minhas alucinações posso vê-lo Mas será que alguém pode detê-lo? Será que ele realmente existe? Em algum lugar distante que nunca conhecerei Sujo és lama que me possui tão friamente Sua imagem demente e triste Buscando por algo frio e sem vida Eu me desperto estupidamente perdida Percebo a janela aberta e a noite não acabada Me mantenho deitada e adormeço buscando por algo no céu.

Dani Self Essence

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Um anjo certa vez me disse que: 'A sabedoria de um sábio nem sempre é compreendida pelos homens, Ela pouco vale se seus únicos aprendizes são as pedras'. Portanto, Plante bons frutos a serem colhidos e não flores no asfalto... Eis a beleza fria e cinza da ignorância; plantar flores no asfalto.

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O Umbral O fim retrocede... das lembranças da beleza ao umbral de nossas vidas Como uma soma que subtrai a dor de nossa melancólica humanidade. O fim retrocede... das lembranças que outrora eu quis deixar ao vento, mas fugiram dos meus lábios Como uma sombra que espairece sob a luz da memória. No início, tornou-se a tão bela vida que sonhamos. No fim se quis esquecê-la.

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SEM QUERER Eu resolvi não mais me importar Com aqueles que me desprezam. Resolvi não mais chorar por outro alguém. Justamente hoje Levantei com um novo pensar, Pois em mim não irá mais pesar sua pena, seu ressentimento, Por um dia me dizer: “Babe, eu acordei sem querer, sem saber explicar Como se deixa de amar” Sei que você sente falta das noites sem dormir Como se o amor nunca fosse acabar. Passamos a “eternidade” do momento, Desviando o tempo. Pensando em uma maneira de nunca terminar. Amavamos intensamente até o fôlego esgotar. Mas justamente hoje Resolvi não mais me importar Sobre mim não irá mais pesar Sua pena, seu ressentimento.

SÍNDROME DE DORIAN GRAY Sua última batalha, em sua última tentativa. Teme sua batalha perdida.
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SÍNDROME DE DORIAN GRAY Sua última batalha, em sua última tentativa. Teme sua batalha perdida. Lançado ao chão sem esperança, Chorava como se voltasse a ser criança. Do alívio fez-se o medo de quem desvendava seus segredos. Quem seria aquele outro estranho? Que trazia seu delírio? Que com a navalha recortava a máscara feita com sua própria face? Como se servisse de disfarce. Como se fugisse de um inferno ou de um hospício. Dominado pela loucura já não tinha um lado “externo”. Como se fosse eterno. Vivia em uma tela sem moldura. Com seu “ser” sem semblante. Vítima de seu vício, absurdamente medonho.