Frase de Giovane Silva Santos
A poesia sempre confessa O que se pensa. O que se sente. As vezes uma faixada escura. As vezes uma clareira transparente. A poesia rima. Sorrir. Canta. Alegra. Chora. Do ontem e do porvir. É uma prosa entre a vida e a alma. A profundidade da fala silenciosa. A emoção. Oh essa, sim. Uma vidraça super frágil. Uma parede de concreto, uma barragem. É um vento que pulsa de Sul a norte. É a tentativa de explicar a vida, quando cheiramos morte. Tão violenta e tão suave. Olhos que enxergam além da trave. A poesia explica e incita. Faz fadiga para a próxima letra. Sempre há um enredo, uma treta. A verdade que as alegrias e os conflitos. São posses do livre arbítrio. E eu. Mergulhado no universo da incerteza. Ao que espera de um espírito a leveza. De perceber a vida. De entender cada processo. Porque cada embate sobra dois caminhos. Desistir ou lutar. Hoje fico com essa poesia. Que o espírito venha revelar. Das fraquezas e possibilidades. Que venha a sagacidade. De querer abraçar a vida. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde