Pular para o conteúdo

Frase de Crislambrecht

Ausente (Cristiano Lambrecht-2012) Preciso daquele amigo que não tenho mais Contaria tudo que estive pensando há um tempo atrás Caminhadas que não tiveram um rumo final E agora que você se foi, sei que não haverá outro igual Eu vejo o céu desaparecer no horizonte Vejo o passado se perdendo (o futuro respondendo) Talvez não vou estar aqui quando estiver me ouvindo E mesmo com ou sem você eu estarei sorrindo Apodeirou-se de mim uma grande vontade Verteu-me às entranhas um antigo desejo Joguei fora o sapato que me calejava Agora eu sei que posso voar Vejo tamanho do lar que não conheço A janela está aberta é só fugir Se libertar destas correntes levantar e partir A grandeza está lá fora, no alto da montanha E esse desejo que me rasga em dois... Quase nunca estou presente.... Está na hora de saltar E viver simplesmente Quando estiveres a cair (com o desespero em sua mente) Não conseguirá subir se não for independente Poderá me ver por perto (sei que você me entende) Mas não se iluda com o que ouve (apenas olhe pra frente) ... Tamanha é minha vontade de partir Que eu já me sinto ausente ... Tamanha é minha vontade (de partir) Que não me vejo em outro lugar (preciso ir) ... Soltarei desta corrente Me livrarei de toda gente Estou tão perto que já me sinto ausente Ausente, ausente, eu já me sinto ausente

Crislambrecht

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Crislambrecht

Se eu lhe explicasse cientificamente o que é o amor, você não iria gostar.
Indo de Volta 14022012 Acordei tão cedo que nem pude me ver no espelho, apenas saí pelas ruas sob o orvalho censurador. Passou por mim um jovem loiro, cabelos compridos amarrados e com um boné sobre eles. Pedalava com certo entusiasmo, conforme tocava seu mp3 Player. Antes que…
Continuar lendo

Indo de Volta 14022012 Acordei tão cedo que nem pude me ver no espelho, apenas saí pelas ruas sob o orvalho censurador. Passou por mim um jovem loiro, cabelos compridos amarrados e com um boné sobre eles. Pedalava com certo entusiasmo, conforme tocava seu mp3 Player. Antes que pudesse cumprimenta-lo ele passou por mim, tão rápido que levou consigo alguns anos. Alguns metros depois eu já não via mais nada, a escuridão da noite chuvosa me fez correr em direção à luz. Próximo do nada eu me refugiei do gelado choro em uma construção. Por mim passaram dois jovens com o mesmo nome, muito amigos, que andavam sem se preocupar com a chuva. Passados alguns segundos, a nuvem deu lugar ao sol, a chuva aos ventos, esses me distraíram e eu nem pude ver pra que lado foram os dois jovens. Estava muito frio, e as feridas que se abriram com a areia do vento ardiam ao sol. Encontrei abrigo em um colégio, onde vi as sementes de um possível amor, essas eu vi sendo semeadas de volta para suas flores e desaparecendo posteriormente. Vi o fim do começo de uma banda, eram três amigos, foram se desconhecendo e se desencontrando, dois deles começaram uma amizade lentamente antes do terceiro nascer de um grande impacto e transformá-los em melhores amigos. Voltavam de suas casas e entravam sorrateiramente em festas. Depois de tantas viações em marcha ré, vi o início de uma grande amizade começando aos poucos até deixar de existir. Logo então vi dois irmãos ficando cada vez mais jovens e mais inteligentes, mais preciosos, mais inocentes. Vi eles desaprendendo e ganhando muitas coisas das poucas que desejaram. Logo depois vi um casal apaixonado, fazendo juras de amor em uma igreja, e eu só olhava, pois tinha acabado de acordar e não tinha forças para questionar. Eu acordei em queda livre, me libertei no final da queda, e não me importei com a escalada. Aproveitarei ao máximo a subida, sempre lembrando do tanto que me elevei enquanto caía.