Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

AÇÃO DE GRAÇAS Estimo a minha unção. Posso confiar, Onde partilho com os entes queridos Louvores e glórias dos anos já vividos. E, na aprovação, rezemos algum pesar. Brotam no peito, vivedouros, ungidos, Bênçãos; assim, felizes, pomos a cantar, Libertos do mal, e tão prontos pra amar. Dádiva prometida aos olhos e ouvidos. Amo cada um, irmão, plenitude celeste, E tudo que nos cerca, ó Pai, o clamor. Na posse, penso viver o que me reste: — Paz e Bem! Sem na palavra ter rancor, A virtude desejada, zelo que me deste, Gratidão, Deus, perdão a este pecador!

Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério
Continuar lendo

⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério de pesares anexados e de um olhar etéreo hoje é dia de finados de tributo, de oração de prantos sufocados apertura no coração hoje é dia de finados da tristura que brade dos viveres passados hoje é dia de saudade... ... é dia de finados! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02/11/2020, Araguari, MG Finados

VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda
Continuar lendo

VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda Calam-se os corações, os fogos falam Abraços hão de haver, de haver ainda E o universo inteiro sozinho... O meu fadário calado e na berlinda Do silêncio na inspiração d'um ninho Ruídos da rua, passos de ida e vinda E os festejos sussurrando baixinho E sozinho o universo inteiro... Felicitações me são dadas do vizinho Pelo ar ecoam acumulação de cheiro Então deixo ilusões na taça de vinho E velo solenemente o meu cativeiro E inteiro sozinho o universo... No rés do chão ter esperanças é roteiro Já o pensamento na saudade disperso Esperando, escutando, leve e sorrateiro Qualquer coisa, antes de dormir, averso Sozinho, solitário não, romeiro... Vou dormir! Amanhã, dia outro e diverso. Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado

ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano
Continuar lendo

ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano Do ano que já é outrora Agora recordação, tempo profano A cada segundo, minuto, hora Dia após dia, quotidiano O tempo vai, vai embora Sorrateiro e ufano Muito antes, antes de mim Veloz e insano Sem parar, até o fim... No diverso plano Vida que segue, "Quixotesco" no seu rocim Adeus velho ano! Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado