Frase de Marta de Andrade Pacheco
Balanço sem criança Rede sem preguiça Bandeirolas de roupas Ferrugem na decomposição Tapete verde em desuso Camada de girassóis ao chão São ipês amarelos da remissão Um click que pára o tempo Pára o espaço Esboça a forma A pintura que não borra A doce magia da criação Moldura nítida da memória Em traços finos da emoção
No pensador.ai desde