Frase de Giovane Silva Santos
Poetizando, violação de privacidade A interface máquina homem. Claro, escuro. Prazer, constrangimento puro. A privacidade violada, intimidade some. Todo mundo nu. Meia dúzia tudo assiste. O laboratório quântico. Ondas supersônico. Vácuo que existe. A frequência que tripudia. Penetra nos lares dia dia. Partículas atômicas, binárias. Bits, qubits. A intimidade do povo. A tecnologia, a ciência assiste. Quem vai gritar. Quem vai parar. Quem vai dizer. A política moderna a enganar. A igreja cala. Satanás goza. A nova senzala. Poesia, verso, rima e prosa. Como diz no boteco. Pererecas rolando a becos abertos. Madeira nas redes, nas teias. Nudez, parede, chão e teto. Madeira no enganoso arquiteto. Engenheiros cientistas. Tecnologias, tecnopistas. Querem dirigir a vida artificialmente, desde o feto. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde