Frase de Samuel Eduardo Fortes
Não sei Amuleto preto Onde Deus guarda no escuro Se meu caminho Me perdia Ou me encaminhava Embotava a bota E botava o chão Brotado em rocha De tanta graça De leveza tanta Que Meu próprio suspiro Me levanta Exaustão de gozo Que tal seja a regra E longa é a vida Que aguardo ansioso O tempo nos parques Gera o silêncio Do piar dos pássaros Das vistas destas araucárias Na mesa Do mundo Meu imaginário Sentam-se muitos Desesperados No corredor atento No andar desatento Sem um desalento Sou todos eles Nem razão Tão pequena Nem amplitude Tão pura A tua razão sensata Se estendeis ao propor A imitação Pura do ser No ascender de ir Da imaginação No propósito Da Imagem em ação Enquanto De manhã escureço E De dia tardo Lá longe É quando E Onde há Cansaço É onde meu tempo é quando Entre tantos Um dia Me descubro Entretanto Que O tempo nos parques Cisma no olhar cego dos lagos Sei de um bom lugar Onde compreender Que tal amanhã Quando você voltar
No pensador.ai desde