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Frase de Audrey P. B

⁠31 de julho Querido Josh, agora você sabe. Agora você sabe do amor que me embala o sono e me atormenta a vida. Você sabe desse sentimento que mudou tudo para mim. O mundo mudou quando eu passei a te amar e agora mudou de novo. As mudanças são sutis e ocorrem mais internamente do que extremamente, acredite, mas eu as sinto a um nível profundo. Quando a gente ama tudo passa a acontecer dentro de nós pois nós somos nosso próprio universo. Nosso coração passa a bater não por nós e sim por outra pessoa e uma mudança profunda se opera em nosso ser. É transformador. Radical. Revolucionário. Não espero que você entenda uma palavra do que eu falo, pois afinal, o que você entende de amor? Eu, por outro lado, poderia escrever livros e livros sobre o amor, sobre a dor, e mais recentemente, sobre rejeição. A rejeição fere. A rejeição destrói. A rejeição nos transforma para sempre. Eu posso não entender de muita coisa, mas eu entendo de palavras, de músicas, de livros e de sentimentos. Isso é todo meu inverso particular. Eu adoraria que você fizesse parte desse meu universo particular pois nesse universo você seria o sol e iluminaria uma série de planetas. Gostaria que você entendesse, que quisesse voluntariamente participar da minha vida. Você me daria a mão e correríamos em direção ao pôr do sol. Você me diria que não é vaqueiro, vivendo de guardar gado alheio, tal como Dirceu e nós poderíamos aproveitar o dia, a vida e o amor. Você diria “Inutilia Truncat”, eu diria “Carpe diem” e nós seríamos felizes, amor! De fato, o livro “Marília de Dirceu” repousa em meu colo pois passei a lê-lo ontem e isso me entristeceu e me alegrou com a intensidade de um relâmpago pois eu sou tão Marília! Eu sou a moça esperando na janela. Aquela que espera uma palavra de amor, e tal como Marília, vivo presa a um amor platônico que não tem como se realizar. A diferença é que você não está preso ou exilado como Tomás Antônio Gonzaga. Você apenas não me ama e uma parte muito maquiavélica em mim gostaria de te ver preso ou exilado para expurgar o pecado que comete ao não me amar. Uma parte minha te odeia e quer que você sofra para sempre. Uma parte minha deseja que nada dê certo na sua vida, mas eu sei que isso é só minha dor falando. Peço desculpas, por isso. Eu deveria ser mais civilizada, eu sei, mas você não me deu escolha pela maneira como tem agido. Acho que o melhor que eu tenho a fazer é tomar juízo e parar de lhe escrever, deixando a música guiar minha dor, conduzi-la, transformá-la e glorifica-la em forma de poesia. -Annie.

Audrey P. B

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Pensador.com

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Outras frases de Audrey P. B

Me falaram que meu amor por ele não fazia sentido, que ele era muito imaturo, idiota e egocêntrico. Mas o amor não foi feito para fazer sentido. O amor não tem cor, nem idade, nem religião, então quem dirá lógica! O amor não é um cálculo matemático, cheio de frações e diretrizes;…
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Me falaram que meu amor por ele não fazia sentido, que ele era muito imaturo, idiota e egocêntrico. Mas o amor não foi feito para fazer sentido. O amor não tem cor, nem idade, nem religião, então quem dirá lógica! O amor não é um cálculo matemático, cheio de frações e diretrizes; ele é irracional como um animal selvagem, pulando sobre você quando você menos espera, não obedecendo a lógica ou a gramática, apenas os seus próprios instintos.

Meu querido, Essa é a última carta que lhe escreverei. Eu sei que já falei isso antes, mas não era verdade. Não era verdade pois eu estava desesperadamente tentando dar um ponto final em você no meu coração, mas meu coração ainda não estava pronto para isso, porque na ocasião to…
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Meu querido, Essa é a última carta que lhe escreverei. Eu sei que já falei isso antes, mas não era verdade. Não era verdade pois eu estava desesperadamente tentando dar um ponto final em você no meu coração, mas meu coração ainda não estava pronto para isso, porque na ocasião tocava 'Pérola negra"', do Luiz Melodia e eu sussurrava "'Baby te amo, nem sei se te amo"', com o coração e a alma confusos, pesados, machucados, e milhões de músicas me lembravam você. E agora nenhuma música me lembra você, e se toca alguma e eu ocasionalmente lembro, não é com raiva ou tristeza, nem com uma saudade insana, mas com alegria, pois foi bom enquanto durou. Porque foi, não vou ser hipócrita a ponto de dizer que não foi bom. Nosso amor foi como uma chuva de verão, algo doce e maravilhoso, mas que acabou rápido demais. E eu te odiei por terminar com tudo cedo demais, sem motivo e de forma imatura, como se brincar de amar fosse um passatempo para você. Há muito tempo sua irmã disse que o que você fez não foi por maldade, mas por confusão e imaturidade, e eu entendo. Agora eu entendo. Todos nós cometemos erros, o ser humano é falho e cheio de emoções, confusões, pensamentos, qualidades e defeitos, e acho que essa é a beleza de nossa espécie. Desculpe pelo meu ódio, por eu ter me fechado em um casulo de frieza e indiferença perante o mundo e ter te culpado por isso. Desculpe por não ter vivido nosso amor intensamente, e sim medida por medida, economizando o amor para quando acabasse, porque eu sabia que acabaria logo, e acabou. Desculpe por ter te tratado mal quando veio atrás de mim após partir meu coração, é que eu estava envenenada pelo ódio. E eu te perdoo também...Te perdoo pela sua impulsividade sem limites, por me roubar e depois ir embora furtivamente, como um ladrão. Te perdoo pelas vezes que me enganou e me tratou mal, fez eu me sentir a mais insignificante e desprezível criatura, com seu julgamento sobre potente e suas palavras ácidas. Te perdoo por me enganar, e por todas as coisas que você fez de errado e eu nem lembro mais... Como eu disse, as pessoas cometem erros e sempre vão cometer, por isso não devem fazer tempestade em copo de água como se fosse o fim do mundo. Mas no amor tudo é tempestade em copo de água, com sentimentos intensos e amores infinitos enquanto duram. E eu quero um amor infinito enquanto dure à lá Vinícius de Moraes, com a doçura de uma flor e a intensidade de uma chama. E eu sei que eu vou achar. Uma hora alguém vai aparecer e transformar todo o meu mundo. E eu te desejo grandes realizações, beijos longos, viagens incríveis e amores que durem mais de uma estacão, pois me perdoem os poetas, mas bons são os amores perenes, assim como os rios. Eles não têm tanta emoção quanto os efêmeros, ou reviravoltas, loopings e agitações, mas eles duram. E talvez durar seja a solução, talvez durar seja a coisa mais linda do mundo em um amor. Eu vejo meus avós, por exemplo, com quase 50 anos de casados e ainda tão meigos e apaixonados. Então é isso, eu lhe desejo um amor que dure, e eu vou achar, vou achar alguém que seja...extraordinário. Obrigada pela aventura e adeus uma vez mais.

Eu havia trancado o restante do amor que sentia por você em uma caixa escura dentro do meu coração. Porém, nesse momento há qualquer coisa, como o céu, o mar, o sopro do vento, que abriram essa caixa e levaram um sopro de oxigênio ao amor que sufocava. E agora esse amor está fort…
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Eu havia trancado o restante do amor que sentia por você em uma caixa escura dentro do meu coração. Porém, nesse momento há qualquer coisa, como o céu, o mar, o sopro do vento, que abriram essa caixa e levaram um sopro de oxigênio ao amor que sufocava. E agora esse amor está forte, agora esse amor está vivo, e grita. Grita em desespero para você voltar, grita em desespero para não morrer.

Eu elegi quinta- feira como meu dia preferido, mesmo preferindo a sexta, porque era na quinta que eu o via, que ele me cumprimentava e eu correspondia com um sorriso. Passei a amar as terças, porque era nas terças-feiras que ele conversava comigo por longos minutos até o ônibus p…
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Eu elegi quinta- feira como meu dia preferido, mesmo preferindo a sexta, porque era na quinta que eu o via, que ele me cumprimentava e eu correspondia com um sorriso. Passei a amar as terças, porque era nas terças-feiras que ele conversava comigo por longos minutos até o ônibus parar em seu destino e ele me acenar um adeus. Coloquei as quartas-feiras em um altar, porque era nas quartas que ele me beijava, dizia que me amava, me cobria de elogios e promessas me dizendo um "até logo" cheio de segundas intenções. E eu odiava as segundas- feiras, porque era tudo cinza e sem graça sem a presença dele ali, como se nada tivesse importância e perdesse o tom, o sabor, a cor. E agora eu prefiro as segundas porque não preciso vê-lo, porque na segunda o coração não dói, porque não preciso me fingir distraída para não vê-lo quando ele passa, porque na segunda eu consigo respirar aliviada. Porque na segunda-feira, de algum modo, o coração não sangra.