Frase de Djane Carvalho Britto
É observando as atitudes e comportamentos dos homens que busco renovar minhas esperanças. E acreditar que ainda tem humanidade.
No pensador.ai desde
É observando as atitudes e comportamentos dos homens que busco renovar minhas esperanças. E acreditar que ainda tem humanidade.
No pensador.ai desde
As pessoas são tão superficiais Só enxergam o externo
As pessoas são tão superficiais Só enxergam o externo Nunca procuram ver o que tem dentro da pessoa Ás vezes tenho a sensação de que as pessoas temem a verdade, Por isso não se olham e nem olham a fundo as outras pessoas.
A pior solidão é quando não conseguimos ter paz de espírito.
A alegria do reconhecimento pelo trabalho feito é a recompensa que nos motiva a seguir em frente.
Manifesto Aloha – Amor, Paz e Compaixão Inspirado na palavra “Aloha” havaina esse manifesto vem com a humilde intenção de disseminar amor, paz e compaixão. Em tempos confusos como o atual onde o certo vira errado e o errado vira certo, este manifesto busca resgatar o amor já jo…
Manifesto Aloha – Amor, Paz e Compaixão Inspirado na palavra “Aloha” havaina esse manifesto vem com a humilde intenção de disseminar amor, paz e compaixão. Em tempos confusos como o atual onde o certo vira errado e o errado vira certo, este manifesto busca resgatar o amor já jogado no fundo poço pela cultura do ódio e do cancelamento. Sem amor é impossível construir qualquer coisa, sem amor não brota o verde , a esperança nem a paz, sem amor é impossível sentir com o outro, colocar-se no lugar do outro, sentir com o outro, enfim sem amor não é possível termos compaixão. Resgatar esse espírito havaino “Aloha” simboliza resgatar nossa humanidade , nossa relação com nós mesmos, com o próximo e com o ambiente que nos cerca. Significa inclusive repensar e refletirmos sobre a amplitude do significado da palavra amor, já tão deixada de lado pela cultura do ódio e do cancelamento. Pode significar inclusive uma reflexão sobre nós mesmos como seres humanos com defeitos e qualidades num eterno caminhar do autoconhecimento, não para buscar uma perfeição divina mas simplesmente para vivermos em paz com nós mesmos, com o próximo e aprendermos a nos perdoar e perdoar o próximo neste mundo que não sabemos onde vai dar. Que transcende a nós, mas que apesar de tudo também somos responsáveis. Em tempos como os nossos se ao menos conseguirmos ir aos poucos refletindo e tentando colocar em prática o espírito “Aloha” quem sabe não conseguiremos aliviar muita dor e sofrimento desnecessário. Apenas reflita...já é um exercício de compaixão e não custa nada.