Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
TURRA Que desmedidas saudades se formaram Sob os olhos da lembrança. Imensa hora! Em que o silêncio surgiu! Funesta aurora! Que amargas lágrimas na face escoaram Falta, que o peito rasgado, amortalharam Que aflitivos suspiram, e a saída implora Chora, e das tétricas angustias brotaram Pra abraçar a sofreguidão que vive agora Depois uma sensação em treva chorando E o passado em sombras, que não partiu Morre, nasce, seca, flora. Flagelo infando! Até quando o sentir no que já separou És emoção que o flagelo empederniu Ou turra viva do amor que não acabou? © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 21/11/2020, 15’15” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde