Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
"ALMA DE PRANTO" Quem foi que viu A sua alma a chorar A própria dor agoniada De noite as almas passeiam Sombrias pelos caminhos Pelas estradas, becos e ruelas De véu escuro, nas noites em claro De noite, quando as almas passeiam E todos os ruídos, revertem-se em refúgio De um corpo rasgado, remendado de dor Vela acesa, no desabafo, vinho doce do desafio. De uma promessa de passos entre os silêncios A mordaça irônica aumenta no último refúgio do oprimido Por isso que Deus proteja todas as almas de pranto e lamento.
No pensador.ai desde