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Frase de Anjo de Galochas

Profanum Despedaço, aquarelo-me em uma profusão de cores, liquidifico-me gota a gota, oceanando-me em poças irreflexivas, profundas e breves. Transbordo-me em catarses silenciantes. Em busca da vã quimera que me sustente. Da ventania exasperada que me faça companhia, nos decadentes degraus solitários da porta entreaberta da catedral da vida. Afoito por estrelas cadentes, nos véus dos céus de carbono Emaranhando-me as raízes e ao concreto podre, retorno a terra, em uma liturgia profana. Tornado-me o adubo de um infinito incerto. reexisto.

Anjo de Galochas

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Anjo de Galochas

Degusta-me como o vinho de cada manha. Navega em minha essência como navega o pirata que desbrava os mares e o oceanos noite após noite sem ter medo das tempestades, como o vinho deixa-me tocar tua aveludada pele, sentir o estalar da sua língua ao provar meu sabor, e assim embria…
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Degusta-me como o vinho de cada manha. Navega em minha essência como navega o pirata que desbrava os mares e o oceanos noite após noite sem ter medo das tempestades, como o vinho deixa-me tocar tua aveludada pele, sentir o estalar da sua língua ao provar meu sabor, e assim embriagar-te na mais profunda volúpia fazendo-te esquecer que sóis, mero mortal e viveste na grande esfera errante chamada planeta Terra, como o vinho, me possua em um só gole, te darei prazer, uma dose de medo, despertarei inebriantes emoções táteis, uma lagrima talvez, e acima de tudo como o vinho, apagarei teu passado, colorir-me-ei teu presente, me tornando apenas uma extensão do teu próprio querer...

Quando a morte gélida e faceira vier buscar minha alma, deixarei que a leve, pois dos desejos todos nunca os vivi, das angústias pouco me importei, dos amores, ainda espero um sim que nunca ecoou pelo tilintar do telefone, que por sua vez também nunca tocou e nem há de tocar, da…
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Quando a morte gélida e faceira vier buscar minha alma, deixarei que a leve, pois dos desejos todos nunca os vivi, das angústias pouco me importei, dos amores, ainda espero um sim que nunca ecoou pelo tilintar do telefone, que por sua vez também nunca tocou e nem há de tocar, da metafísica da vida nada sei, não nasci para ser um bom professor, mas também não sei ser um bom aluno, quando a morte vier buscar-me a alma, diga a ela Que nunca existi.