Pular para o conteúdo

Frase de Luanna Peixoto

Veja bem, Toda vontade liberta Todo desejo alerta Todo sonho desperta. E se... Todo sorriso conquista Todo passeio é partida Toda saudade é doída. Há pois que, Todo sumido aparece Todo encontro enobrece Todo abraço aquece. É prece... Afinal, Todo caminho é curioso Todo futuro é misterioso Todo mistério é precioso E de todo o mundo, o que me resta É querer um pouco.

Luanna Peixoto

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luanna Peixoto

Achados os enganos, sigamaos sinceros... Amigos, "amandos", amado que espero: A vida é o plano, o momento é mais belo.
Todo sofrimento humano é produto de crenças. Fomos todos mal educados a crer que a derrota é ruim, que a morte é triste, que se não somos escolhidos é porque nos falta alguma coisa, que a felicidade é colheita de uma semeadura de bondades e se você não for bom o mundo não será bo…
Continuar lendo

Todo sofrimento humano é produto de crenças. Fomos todos mal educados a crer que a derrota é ruim, que a morte é triste, que se não somos escolhidos é porque nos falta alguma coisa, que a felicidade é colheita de uma semeadura de bondades e se você não for bom o mundo não será bom com você.. por esses e tantos outros motivos questionáveis muitos choram, desistem, adoecem, sentem dores invisíveis, acreditam que são desfavorecidos nesta vida. É preciso se desconstruir, rolar no chão da queda, repensar todo pensamento e pensar de novo. É preciso criar filhos com a verdade de que toda verdade pode e deve ser contestada, que tudo é oportuno e corriqueiro pois tudo isso que é, não será pra sempre. Também é preciso amor, mas amor genuíno. E quando assim houver sofrimento, ele será passageiro.. do tipo que não carrega nem bagagem.

Como um ateu, apaixonou-se por Deus, embriagou-se de Axé. Era menino franzino, endiabrado e divino, inté chamado: Pajé. Traçou seu caminho, andava sozinho, cheirava rapé.
Continuar lendo

Como um ateu, apaixonou-se por Deus, embriagou-se de Axé. Era menino franzino, endiabrado e divino, inté chamado: Pajé. Traçou seu caminho, andava sozinho, cheirava rapé. Sendo o ópio destino de um maluco peregrino que se opunha à fé; Desapareceu, óh menino! Enquadrado bandido, incompreendido que é.