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Frase de Luciano Spgnol - poeta do cerrado

⁠SAUDADE Saudade – de pela areia fina andando e a cidade no seu cheiro e no seu cio Saudade! Dos bares e botecos do Rio e do samba no pandeiro batucando Noites de fevereiro, é roda no pavio o carnaval, sol, e praia no comando É a vida no agito, calor esquentando conversa sem hora, e o céu de estio Saudade – voo cego do sentimento Sem pouso, com gemidos ao vento Ai! maravilha entre o mar e a serra Saudade – Laranjeiras do bardo Coelho Netto, onde aqui guardo parte de mim, ah! carioca terra! ... © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 07 de outubro, 2020 – Triângulo Mineiro

Luciano Spgnol - poeta do cerrado

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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