Frase de Bruno de Paula
Palavras ausentes. Pensamentos sem destino. Se agora escrevo, é por imposição de uma saudade, que se aninha nesta noite vazia. Hoje, não me sinto sentir. Tudo chega e, parte sem me tocar. Sentimentos inconstantes, de quem desaprendeu a amar. Nesse meu pobre versejar, nascem sonhos que se diluem sem rimar. No final de cada verso, não sou as palavras que o papel acolheu. Sou o sal, sou a água ... Que desperta esta solidão.
No pensador.ai desde