Frase de Mari Mesquita
Reflexão sobre a Dopamina Na dança da vida, um fio de luz, Dopamina flui, mas o passado seduz. Um sorriso fugaz, um prazer que consome, Mas a sombra do trauma, em silêncio, se some. Em cada conexão, uma busca incessante, Por momentos de alegria, um toque vibrante. Mas as feridas abertas, como sombras, persistem, E o prazer que se encontra, algumas vezes, resiste. Estímulos prometem um alívio fugaz, Mas o eco do medo muitas vezes é voraz. Em busca de fuga, um refúgio em vão, A dopamina canta, mas fere o coração. A cada conquista, um brilho passageiro, Mas o peso do passado é um fardo verdadeiro. Entre a euforia e a dor, um jogo sutil, A mente navega, em um mar tão hostil. Traumas que marcam, como cicatrizes, Transformam os prazeres em sutis deslices. E ao sentir a alegria, vem o receio, De que a felicidade seja apenas um anseio. Oh, dopamina, amiga e vilã, Em ti busco alívio, mas a paz é tão vã. Que eu aprenda a dançar, sem medo do chão, E que a cura venha, não só em emoção. Por trás de cada riso, um choro silente, E a vida é um ciclo, um espelho latente. Que eu possa encontrar a luz na escuridão, E transformar meu trauma em força, em canção.
No pensador.ai desde