Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
SOFRÊNCIA Nu, o meu lamento pranteia na solidão Na minha dor o silêncio me comprime E, em suspiro visceral que me oprime A boca saudosa de teu beijo, só ilusão Nessa tortura aflitiva do meu coração O desejo de outrora não mais inanime Uma realidade, o que já foi tão sublime Faz-me arrepiar em amarga sensação Em melancolias de dessabores infinitos E minh’alma vozeando em frêmitos gritos Rompe a exaustão do dia, em um frenesi E o tempo alonga as horas, lentamente Escreve a sofrência já no cerrado poente Num soneto jeremiado, e chorado por ti... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 18/12/2019, 17’14” - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde