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Frase de Axel Galvão

⁠Não espere mergulhar em conversas profundas com pessoas rasas. Você corre o risco de se contaminar no mar de ignorância e se afogar em mentes vazias.

Axel Galvão

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Axel Galvão

⁠Sofremos da síndrome de Estocolmo.Todo santo dia nos apaixonamos por nossos molestadores. Vejo as pessoas pagando tributos altíssimos para manter o padrão de vida de 64.024 políticos no país. Pessoas que se amontoam para caber em um ônibus precário para irem trabalhar, algumas p…
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⁠Sofremos da síndrome de Estocolmo.Todo santo dia nos apaixonamos por nossos molestadores. Vejo as pessoas pagando tributos altíssimos para manter o padrão de vida de 64.024 políticos no país. Pessoas que se amontoam para caber em um ônibus precário para irem trabalhar, algumas penduradas na porta. Se amontoam em estádios de futebol para torcer para o seu time; se amontoam em sambódromo durante o carnaval, mas não se organizam para cobrar os representantes eleitos. Tirando o exemplo a minha classe profissional, a fotinha do "Double bíceps" está tinindo no Instagram, mas pergunta quanto o representante do conselho gastou do seu dinheiro de anuidade? O que dispõe o código de ética da profissão? Ninguém sabe. Vivemos na "nova Roma antiga", da política do pão e circo. Pessoas no geral que trabalham muito os músculos, seja trabalhando ou treinando na academia, mas treinam muito pouco o bom senso, a proporcionalidade e o cérebro. Parafraseando Cazuza, na música o tempo não para: "Dias sim, dias não. Eu vou sobrevivendo sem um arranhão. Da caridade de quem me detesta".No brain no gain, e assim seguimos levando a vida na barriga. Seria cômico se não fosse trágico.

⁠A metáfora do humano animal ferido O animal quando assutado, acoado e ferido, foge loucamente em busca de um lugar seguro para se proteger. Foge da maneira que pode. Se arrasta, manca, manca, manca, manca...
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⁠A metáfora do humano animal ferido O animal quando assutado, acoado e ferido, foge loucamente em busca de um lugar seguro para se proteger. Foge da maneira que pode. Se arrasta, manca, manca, manca, manca... Se desloca até o mais longe e isolado possível, lá chegando, se encolhe em um canto e lambe a ferida com a finalidade de estancar o sangramento e lá aguenta suas dores. Resmunga, chora, grunhe, lamenta sua má sorte. Após isso, se encolhe em uma bola de pelos e lá permanece. Após alguns dias sem comer ou beber água, esboça os primeiros passos de um recomeço. Anda com dificuldade atrás do que comer e beber. Magro e fraco, sobrevive como pode. Assim se reergue, até que surja novamente outro "humano" que o maltrate novamente e torne esse processo um ciclo. A questão é que isso não é só com com os animais. Nós humanos também somos assim. Lambemos nossas feridas, aguentamos nossas dores, nós isolamos e choramos, emagrecendo e recomeçamos, até que permitamos que outros venham e nos maltratem novamente até aprendermos a saber qual o nosso valor, nosso território, nosso lugar. O humano também tem sua semelhança animal. Estamos todos aprendendo a viver na selva urbana.