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Frase de Katiana Santiago

O conhecimento promoverá sempre a transformação; e esse desconhecido que nos é chegado atua e é “atuado”, modifica e é modificado em nossas bases mais profundas. Por isso estamos sempre em construção. Cada vida se “locomove” de forma diferenciada, mediante o conhecimento absorvido. O mesmo conhecimento, o mesmo conteúdo, detalhe: caindo em subjetividades diferentes, em tempos diferentes, em culturas distintas… Com a palavra de Deus é assim, recebemos em nosso coração – o “terreno” que irar frutificar e toda forma de desenvolvimente dependerá de como regamos a semente. Eis o mistério, o tesouro. A mesma palavra toca pobres e ricos, letrados e indoutos, culturas e povos. O mistério é a palavra, a luz para o caminho, para esse revestido de graça, e eis o consolador, iluminando cada transformação, cada recomeço… Por isso a “transformação” será sempre um desconhecido que vai chegando…a metamorfose ou “produto” que não tem final, inacabado. A transformação esta em constante “transformação” não se pausa para avaliar. Deus amou a diversidade, portanto respeitemos o solo de cada um, o terreno de cada um e a forma como a “planta” cresce. Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar. (Nelson Rodrigues) A diversidade de Deus é testemunhada em cada canto da criação, reino animal, vegetal e mineral. Temos repertórios únicos e isso é suficiente para compreender a palavra como “agente” transformador, caindo em terrenos individuais e com respostas também exclusivas, sem perder a essência para a qual ela se propõe. A gregos e troianos toda natureza denuncia o quanto Deus amou a variedade… A reconciliação começa na alma, no extremo da parte que ninguém vê

Katiana Santiago

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Katiana Santiago

A libido é uma espécie de ciframento que o organismo encontra na tentativa de realizar o irrealizável, o material inconsciente clama por um escape.
O que se procura? se na forma mais obtusa a busca já destinou seu fim... E se o navio atraca no mar e repousa para descansar, cessam as grandes navegações. Na procura a alma não deve ter “cura”, deve viver entre a bravura, a loucura e uma candura muito mais que pura.
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O que se procura? se na forma mais obtusa a busca já destinou seu fim... E se o navio atraca no mar e repousa para descansar, cessam as grandes navegações. Na procura a alma não deve ter “cura”, deve viver entre a bravura, a loucura e uma candura muito mais que pura. O que move o navio são as ondas e o ventos, assim devem ser desbravados os pensamentos, de caminhos incertos alegria e solidão... O que se procura se ao achar perdeu-se o encanto e as curvas tão certas tornaram se em prantos de vazios inestimáveis em caixas tão grandes fechadas com a ilusão. O que se procura no contentamento contente se é tão inerente toda falta de um coração. A alma é um navio que não pode aportar, deve viajar por longos mares, inquietar, inquietar...