Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
DOR DE AMOR Ao pesar, o poema meu, pela solta saudade do vosso encontro, onde o querer palpita por vosso olhar extasiante, beleza infinita triste afeto distante, de uma vil crueldade É que, ai de mim! Aperto que no mal brade me arde, sai exaltado, vai louco, em grita sentidos vagos em sensações tão eremita haurindo em mim a sorte duma felicidade Eu choro, e choro... e sofro, tanto, tanto no entanto cada gemido de dor é pranto e cada pranto um gemido em canto e dor O suspiro dado é desilusão e não apenas o penar amargurado, são fados e penas de um poeta em sua sofrência de amor! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02 de maio, 2021, 05’44” – Araguari, MG
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
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