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Frase de Rai1945

crônica O bípede Se Darwin tivesse frequentado uma academia, certamente teria dito: “não foi o cérebro que nos trouxe até aqui, foram as pernas”. Porque convenhamos: o ser humano só virou gente mesmo quando resolveu largar as quatro patas e confiar tudo em dois membros inferiores que, até hoje, carregam o corpo, a dignidade e o supermercado inteiro morro acima. Os membros inferiores são os verdadeiros heróis anônimos da evolução. Enquanto os braços se ocupam em rolar o feed, segurar o controle remoto ou levantar um copo de café, as pernas fazem o trabalho pesado: sustentam a maior parte da massa muscular do corpo, mantêm o equilíbrio e ainda evitam que a gente abrace o chão sem querer. É por isso que, na musculação, elas exigem respeito. Agachamento não é castigo divino, é gratidão evolutiva. Especialmente nos idosos, pernas fortes são sinônimo de independência: menos quedas, mais autonomia e menos histórias começando com “eu só fui pegar um copo d’água…”. Ignorar os membros inferiores é como trocar o pneu do carro e esquecer o motor. Não adianta bíceps inflado se a perna falha na primeira calçada irregular. A verdade é dura (como o treino de pernas): fomos feitos para andar, não só para posar. Então, da próxima vez que pensar em pular o dia de pernas, lembre-se — foi graças a elas que você chegou até a academia… e não rastejando como um ancestral ressentido.

Rai1945

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Pensador.com

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A pretenção de querer tudo A vida pode ser muito mais plena quando você não tem a pretensão de abraçar o mundo . Perceba que a felicidade pode ser alcançada com coisas bem mais simples do que as que você imagina .
Você é como um sol que nasce Sem você, mulher, Não existem o calor e o brilho
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Você é como um sol que nasce Sem você, mulher, Não existem o calor e o brilho Que iluminam o nosso dia Quando você nos brinda com sua presença Seus olhos são duas contas preciosas Que me dão vontade de viver E transmitem amor desde o alvorecer. Seu sorriso traz felicidade contagiante A quem desfruta de sua presença cativante Com ele, você alegra nosso coração e ilumina a nossa alma. A suavidade da sua voz é como música para nossos ouvidos, Sussurrando palavras de amor e carinho E quantas são as vezes em que nos orienta para a vida. Ela é uma obra de arte Criada com amor e dedicação. Cada detalhe, cada curva, cada linha Representam a expressão da sua beleza exterior e interior Sim, ela é incrível! Quantas vezes, muitas vezes, somos apenas o complemento 6 Nos Caminhos da Poesia com Raimundo Grossi Várias vezes, sentimos que o sucesso depende dela Fortalecida pela vida e iluminada pelo amor. Sim, o sol em um dia nublado, Um refúgio seguro em um mundo incerto. Sou grato por ter uma mulher como a minha em minha vida, em nossa família. Obrigado, Cassinha, por compartilhar comigo seus sonhos e os meus desejos. Eu amo você mais do que as palavras podem expressar. Você é a minha razão de ser, a minha alma gêmea. São 51 anos de vida harmoniosa. Ainda chegaremos aos 100 anos ou aqui ou onde estivermo

Pequenos Pitacos para Ser Feliz (Volume Dois) A gente lembra de ser minimalista porque a cabeça agradece. Menos coisas, menos barulho.
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Pequenos Pitacos para Ser Feliz (Volume Dois) A gente lembra de ser minimalista porque a cabeça agradece. Menos coisas, menos barulho. Menos roupa, menos decisão. Menos acúmulo, menos chateação na cachola. Ter demais dá trabalho. Limpar, guardar, escolher, proteger. E, sem perceber, a gente fica mais preso às coisas do que à vida. O apego exagerado pesa. Pesa no armário, pesa na mente, pesa no tempo. E tempo é justamente o que falta quando se vive cercado de excessos. Ser minimalista é abrir espaço. Espaço para respirar, para sentir, para viver. É ficar só com o que faz sentido — aquilo que, de verdade, te faz feliz. O resto pode ir. Sem culpa. Sem barulho. Felicidade gosta de leveza. E a vida, quando cabe na gente, fica mais fácil de aproveitar.

A Caneta, o Corpo e o Andar Dizem que, quando a pessoa se aposenta, a caneta começa a falhar. Não quebra de uma vez, não. Primeiro falha o traço, depois a tinta rareia, até que um dia a caneta já não escreve mais ordens, assinaturas, decisões. E, curiosamente, quando a caneta pa…
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A Caneta, o Corpo e o Andar Dizem que, quando a pessoa se aposenta, a caneta começa a falhar. Não quebra de uma vez, não. Primeiro falha o traço, depois a tinta rareia, até que um dia a caneta já não escreve mais ordens, assinaturas, decisões. E, curiosamente, quando a caneta para, some também a gaveta onde ela ficava guardada. Tudo perde lugar. A aposentadoria, se não for cuidada, é isso: um esvaziamento silencioso. Não do tempo , porque tempo sobra , mas do sentido. A pessoa deixa de ser chamada, deixa de ser consultada, deixa de ser necessária. A caneta seca. Isso é importante para a cognição, pois, quando a caneta se perde, perdem-se também os sentidos da vida vivida. É quando, junto com ela, a pessoa perde o corpo. Disso entendo um pouquinho como médico ortopedista . Perde o andar. Perde o gesto simples de se manter bípede, de ir e vir, de ocupar espaço no mundo. O movimento é o primeiro idioma da vida. Antes de falar, a gente se move. Antes de escrever, a gente anda. A Organização Mundial da Saúde alerta: quem se aposenta e se desliga do mundo vai morrendo aos poucos. Não é uma morte súbita, é um afastamento progressivo , do convívio, do corpo, da conversa. Uma aposentadoria mal vivida não termina no trabalho; começa ali. Por isso, quando a caneta seca, o essencial é não sentar para sempre. É manter-se bípede e funcionante. É estar junto de quem ainda tem caneta , não para depender, mas para compartilhar. A proximidade com quem escreve mantém a cognição viva. A convivência mantém o corpo em movimento. O diálogo mantém a pessoa inteira. Talvez a sabedoria esteja em aceitar que a caneta pode mudar de mão, mas nunca desaparecer. Que escrever ordens pode virar contar histórias. Que assinar papéis pode virar assinar presenças. E que, enquanto houver passo, palavra e encontro, ninguém está realmente aposentado da vida.