Frase de eu
De que fonte jorra o rio De águas límpidas que banha O rosto rígido de medo Qual segredo de uma aranha. Nada o rio por milênios De águas, peixes e moluscos Mas os seus olhos tão terrenos Guardam rios tão profundos. Eis que sob as pálpebras frouxas Num movimento sutil Foi surgindo uma garoa E lá no fundo do rio Uma aranha asquerosa Tece uma imensa teia e grossa.
No pensador.ai desde