Frase de Ademir Esteves
Tendo me baseado na vida concedida Tornei-me inspiração de mim mesmo. Sem dúvida. E, sendo finito, apenas agora compreendo o adágio de fazer do hoje a história inteira.
No pensador.ai desde
Tendo me baseado na vida concedida Tornei-me inspiração de mim mesmo. Sem dúvida. E, sendo finito, apenas agora compreendo o adágio de fazer do hoje a história inteira.
No pensador.ai desde
UM HOMEM BRASILEIRO As pernas caminhavam lentas E sobre elas um desvalido
UM HOMEM BRASILEIRO As pernas caminhavam lentas E sobre elas um desvalido Enquanto caminha, o homem Impera na mente as tormentas Ele confiou tanto nas medidas Nas leis e nas promessas Contribuiu com a formação de uma nova era E vivenciou sofridas despedidas Ele foi às urnas incontáveis vezes Crendo com fé em suas escolhas Mas os desagravos foram todos.... e seus votos efêmeros revezes E nada de nova era, nada era de verdade Tudo envelhecia, apesar da tecnologia Não houve causa que vencesse Nem lhe serviu o saber da idade Ele é quase diferente d'outros humanos Nenhum preconceito, absolutos conceitos Nunca acusou ou desmereceu o próximo Porém conheceu irremediáveis inumanos As pernas... essas caminham lentas Até chegar à lápide onde deposita flores Todas as manhãs, todos os dias, caminha E para de pensar, ficando atento às fendas...
Algo está mudado Sinto vazio o peito e uma respiração dolorosa Possa ser, quem sabe, o apojo leitoso de tristezas
Algo está mudado Sinto vazio o peito e uma respiração dolorosa Possa ser, quem sabe, o apojo leitoso de tristezas de muito antes, de toda uma existência… Não me abstenho da fé e da esperança, mas os homens cobram e montanhas e torres desabam oprimindo minha crença e minha vida. O grito está sufocando Preciso soltá-lo Preciso. Seja como for...
É Tempo de Mãe e Tempo! É um tempo em que amarrados Os sentimentos em laços
É Tempo de Mãe e Tempo! É um tempo em que amarrados Os sentimentos em laços As mães não vendo enterrados Seus filhos longe dos braços. É um tempo de sol ardente Chuva fria, ar impuro, contaminado Onde um é um ausente Vive silente, só, por si mesmo dominado É um tempo em que se repensa Que se traga o gole amargo Do nada que há na despensa Ou apenas um pão avinagrado. Pelas mães que deram um dia Dias sempre são das mães Daquelas, que por alguma alegria Estão entre nós, guardiãs Por todos que em tempo desses tempos Vivem em outras dimensões A carregar em traços limpos O amor em seus corações. É um tempo em que já se foram Milhares de filhos, tutores Mulheres, homens, que honram O renascer dos amores. Espero com fé que o Alto transpire Um suor que cure em cascata A humanidade que aspire Em nova era sensata Em nova vida pacata Pelas mães que foram e são Uma eterna serenata!
Esqueça-me por fora, não existo integralmente assim. Coloque-me por dentro, naquela playlist de realidades e faça mais por nós
Esqueça-me por fora, não existo integralmente assim. Coloque-me por dentro, naquela playlist de realidades e faça mais por nós Rode cada faixa como se fosse agora - where God printed only true memories! Amanhã, pode ser tudo completamente deletado e não teremos nada para reacender da gente. Feche os olhos e dance e cante e fale consigo. Ama-me do mesmo modo que te amo. Somos muitos na mesma história. E sós... num enorme ciclo se fechando. Solte a alma, dê o play e sinta que eu estou em vocês e vocês em mim!