Frase de Ana Roçças
Canto secreto Flores crescem Atrás dos muros Quietas Cores Flores nos olhos Cheios de amor Quietos Cantam...
No pensador.ai desde
Canto secreto Flores crescem Atrás dos muros Quietas Cores Flores nos olhos Cheios de amor Quietos Cantam...
No pensador.ai desde
Mentiras Vem para que eu possa te escravizar Para que eu derrame em você
Mentiras Vem para que eu possa te escravizar Para que eu derrame em você Todo o amor que não tive Vem para que eu possa te sentir intensamente Para que eu possa fazer de você Meu erro, meu arrependimento, minha loucura Vem para que eu possa te envolver E prender em abraços Te sufocar em carinhos E te matar com um amor (falso) Vem para que eu possa te olhar E no silêncio do meu amor Apenas sorrir Vem para que eu possa sussurrar em teu ouvido Frases sem sentido Palavras que te levem a labirintos Coisas que não sinto Vem para que eu possa me enganar te amando E quando for muito tarde para voltar Vem para que eu possa saber Que tudo o que eu fiz valeu Vem para me mostrar Que o tempo nunca irá existir Vem para que eu possa te dizer Um monte de mentiras
Querer respirar Ignorando a maré cheia Fechando os olhos
Querer respirar Ignorando a maré cheia Fechando os olhos Para não ver a lua Querer viver Por mais que a vida grite (Meu silêncio) Querendo o teu amor Como quem mata a sede No mar...
Opostos Ah! Teus olhos me dizem tanto! Teus olhos, castanhos como os meus,
Opostos Ah! Teus olhos me dizem tanto! Teus olhos, castanhos como os meus, Mas, sem revolta! Teus olhos enxergam as cores Pois ignoram os meus Que vivem na escuridão... Ah! Teus olhos, labirintos... Mergulho neles sem medo! Teus olhos, sempre mostrando minha vida E os meus, perdidos em tempestades, Sempre procurando restos de amor! Ah! Teus olhos... Os olhos que amo! Os olhos que não podem me ver!
Pausa Presos nas teias do amor Até quando faremos do dia, noite
Pausa Presos nas teias do amor Até quando faremos do dia, noite E da noite, desespero? Até quando o pensamento viciado Formará apenas uma imagem? E todos serão estranhos E tudo será vazio... Até quando o fogo da paixão Irá nos consumir E nos afogar em lágrimas e gritos surdos? Até quando seremos dominados por esse feitiço? E seremos meros fantasmas em corpos jovens Mortos por um sentimento doente Até quando estaremos cercados Pela sombra de um amor Nascido do engano? E seremos meros zumbis Alimentando-se de restos de amor perdidos Até quando suportar a dor E reprimir a explosão Sempre iminente? Até quando engolir as mágoas E sentir o gosto amargo De uma dúvida Que quer se fazer certeza? E nos joga para caminhos escuros Dentro de nós mesmos... Até quando sonhar com o que Não pode ser sonhado? E se perder pelo o que Já está perdido?