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Frase de Janice cisne

A tristeza, a dor, a alegria, todas elas parem a poesia… Por vezes, o poeta abre armários empoeirados, e de lá brota um Velho novo, algo cheio de melancolia, quem sabe até um preto e branco colorido, quiçá poderá até abrir as gavetas da dor… No entanto, quando a angústia entra em contato com o ar, já não é mais só agonia, Funde- se aos átomos de oxigênio e às moléculas de sabedoria… Transmuta-se em uma dor alegre, uma alegria triste, uma esperança que emerge do nada… O nada que agora pode ser tudo… E o vazio agora não nos amedronta… Encaramos toda a ausência, todo o prosaico da vida e mergulhamos no infinito, na eterna presença do Altíssimo. Pertencemos agora ao Verbo, a palavra, a vida…

Janice cisne

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Oxigênio Não quero estar sozinha... Meus pensamentos fazem silêncio , e me deixam em meio a sentimentos inauditos... E os meus vasos continuam a pulsar... As artérias saem do coração... "Esperem por mim, não me deixem presa em meu próprio coração!" Preciso respirar, sentir todo o…
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Oxigênio Não quero estar sozinha... Meus pensamentos fazem silêncio , e me deixam em meio a sentimentos inauditos... E os meus vasos continuam a pulsar... As artérias saem do coração... "Esperem por mim, não me deixem presa em meu próprio coração!" Preciso respirar, sentir todo o meus sangue fluir...Oxigenar meus medos... E assim não ter mais a companhia insólita da solidão!

Algo sobre o tempo…O tempo multiplica e aos mesmo tempo subtrai os nossos dias…Ele é rápido quando estamos felizes, mas na nossa tristeza caminha bem devagar, com um funesto desejo de nos fazer parar… Porém, contudo, todavia, ele ajuda feridas a cicatrizar… Ele é companheiro, per…
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Algo sobre o tempo…O tempo multiplica e aos mesmo tempo subtrai os nossos dias…Ele é rápido quando estamos felizes, mas na nossa tristeza caminha bem devagar, com um funesto desejo de nos fazer parar… Porém, contudo, todavia, ele ajuda feridas a cicatrizar… Ele é companheiro, permite-nos esquecer a dor, mas as alegrias também, pois ele as leva , e ele, o tempo, nunca pode voltar… Vão nossas misérias e nosso colágeno também … Será o tempo nosso melhor amigo ou inimigo voraz? Oh tempo, tempo, meu caro senhor, por que levas as pessoas que amo e deixa-me somente a dor? Dá- me flores, Dá-me noites de luar, dá-me o silêncio, mas me deixe livre para pensar! Dá-me no fim, o Kairós, o meu eterno descansar , pois tu és infinito em teu caminhar…

Será que existe poema sem dor? Será que o seu tudo parece ser nada para alguns? E se para alguém o seu nada for tudo que ele tenha? E se o talvez fosse nossa única certeza? Todas as canções seriam suficientes e ao mesmo tempo , voláteis demais…E mesmo assim, cantaríamos, dançaría…
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Será que existe poema sem dor? Será que o seu tudo parece ser nada para alguns? E se para alguém o seu nada for tudo que ele tenha? E se o talvez fosse nossa única certeza? Todas as canções seriam suficientes e ao mesmo tempo , voláteis demais…E mesmo assim, cantaríamos, dançaríamos, vislumbraríamos a luz, aquela luz que ilumina o fim do túnel , e nossos olhos seriam unos com todo o universo… O vento, o ar em movimento, é claro que sopraria, se ao sabor do acaso ou não , quem poderia ousar dizer? Mas sim, acreditamos, e estamos sedentos para bebê-lá, a tão sonhada é água da vida, e esta afogaria toda nossa “dor”!