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Frase de Cris Carvalho

A prece maior é ser generoso com o vizinho. É estampar um sorriso no rosto. É falar a verdade toda vida. É ser caridoso. É ser fiel com os amigos. É estar do lado do bem. É cantar pruma criança dormir. É brincar com elas numa tarde grande. É saber que Deus mora em cada pequena coisa com toda sua grandiosidade. É espalhar amor em doses de chuvaradas por aí. A prece maior se encontra num abraço, numa conversa jogada fora num dia de domingo. Numa palavra que salva, que enriquece, que abençoa. Num conselho que transforma a vida de alguém. Num olhar carinhoso. Numa mão que ampara, que acolhe, que semeia. A prece maior se encontra onde há esperança, onde mora a palavra AMOR. A prece maior se encontra onde há recomeços, onde há dias recheados de paciência e tolerância. Onde há uma história comprida com gente bonita morando dentro. A prece maior se encontra no que não se acaba, no que permanece, apesar dos pesares todos. A prece maior é ser feliz por nada. É agradecer por tão pouco. É amar até quem não nos ama. É respeitar os limites, os medos, as diferenças. É perdoar as ofensas, os erros, os espinhos. É ter os olhos voltados para o sol. É ter o coração tranquilo. É levar uma semente de esperança onde a flor da vida já secou faz tempo. A prece maior a gente não faz ajoelhado, a gente faz é sorrindo.

Cris Carvalho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Depois, o calendário mudou de página, agradeci. Aprendi que, cada pessoa que dança valsa no baile da minha vida, é um mestre que escreve, a giz, na folha da minha eternidade. Eu não culpo as pessoas que preferiram mudar de vagão. Eu as liberto de qualquer acusação. A vida é feita…
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Depois, o calendário mudou de página, agradeci. Aprendi que, cada pessoa que dança valsa no baile da minha vida, é um mestre que escreve, a giz, na folha da minha eternidade. Eu não culpo as pessoas que preferiram mudar de vagão. Eu as liberto de qualquer acusação. A vida é feita de escolhas e de laços, não de amarras nem de nós.

Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi com a Dona Chica, q…
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Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi com a Dona Chica, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou...