Frase de Nélida Piñon
Eu não confio no Estado. Eu confio na vigilância da sociedade.
No pensador.ai desde
Eu não confio no Estado. Eu confio na vigilância da sociedade.
No pensador.ai desde
Se a imaginação edifica enredos de amor, o corpo fatalmente sofre seus efeitos.
Se a memória simula esquecer os mortos, o amor, albergado no coração e sempre à espreita, a qualquer sinal açoita quem sobrevive às lembranças.
...às vezes, tem ciência de acertar, de atingir por momentos o ápice da narrativa. O raro instante em que, ao atingir a corda sensível do enredo, não lhe cabe recuar ou abdicar dos ingredientes que, apaixonadamente enlaçados, determinam seu desfecho.
Só envelhece quem vive.