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Frase de Ari j Timóteo

⁠**O Eco do Silêncio** Amei-te em segredo, como quem guarda uma flor, Reguei-te em meu peito com lágrimas de amor. Na dança do tempo, meu olhar te seguia, Mas eras estrela que o céu escondia. Sonhei com teu toque, tão doce e gentil, Mas tudo que tive foi o frio abril. Minha voz no vazio chamou teu nome, E o eco, cruel, devolveu-me a fome. Cada sorriso teu era luz que feria, Uma chama que arde, mas não me aquecia. E em cada palavra que nunca ouvi, Um pedaço de mim ficou por ali. Amei-te com força, sem pedir permissão, E paguei o preço da minha ilusão. Pois amar sem resposta é abraçar o vazio, É um fogo que queima sem dar arrepio. Mas ainda assim, amo-te em silêncio, Mesmo que doa, mesmo que intenso. Pois amor verdadeiro não exige um porquê, Ama no escuro, mesmo sem se ver.

Ari j Timóteo

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Pensador.com

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⁠**Amor que Transcende** O amor, suave como a brisa da manhã, Aquece a alma, desfaz todo afã.
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⁠**Amor que Transcende** O amor, suave como a brisa da manhã, Aquece a alma, desfaz todo afã. É o laço invisível que o tempo não apaga, Uma chama eterna que o destino afaga. Nasce no olhar, como estrela a brilhar, Floresce no peito, difícil de calar. Em palavras doces ou em gestos sutis, É o encontro mágico que nos faz tão felizes. Amor é colo em dias sombrios, É abraço quente em noites de frio. É rir sem motivo, chorar de emoção, É dar sem medida, sem pedir razão. Por vezes é tempestade, outras calmaria, Mas sempre é força, é pura alquimia. Transcende barreiras, desfaz a razão, É o ritmo eterno que move o coração. Amor é a essência que nos faz viver, É o poema divino que aprendemos a ler. E mesmo que o tempo nos tente afastar, O amor verdadeiro sempre vai nos encontrar.

**O Amor que Mora Só** Eu te amei no sussurro que o vento levou, Na canção que o coração, sozinho, cantou.
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**O Amor que Mora Só** Eu te amei no sussurro que o vento levou, Na canção que o coração, sozinho, cantou. Eu te amei nos espaços entre o talvez, Na esperança teimosa que nunca se desfez. Amei no silêncio da tua ausência, Nas entrelinhas da tua indiferença. Amei-te em cores que pintavam o céu, Mesmo sabendo que era um sonho ao léu. Fiz do teu nome um poema guardado, De cada lembrança, um relicário dourado. E mesmo que os dias me tragam a dor, Ainda te amo, meu breve amor. Não culpo o destino, nem busco razão, Amar-te é escolha do meu coração. Mesmo que em ti não floresça o querer, Serei jardim que nasceu por viver. Pois amar sem retorno é viver a doer, Mas é prova de que o amor pode ser. E assim, sigo em frente, sem nada pedir, Amando-te em silêncio, até o amor partir. ⁠