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Frase de Pezão da Timba

⁠EU NÃO DOU PARABÉNS À MINHA MÃE! :Autor: Pezão da Timba Eu não dou parabéns à minha mãe! Dou minha vida, meu sangue e tudo o que tenho Me curvo, me ajoelho, numa eterna gratidão A ela, pela dor do parto que me gerou Não talvez a dor maior Mas tão maior é a dor, se ver um filho partir Metade de Deus, metade dela Mãe que não dorme esperando o filho chegar E quando chega, está ali, se dividindo em muitas Do alimento que prepara para os seus, se faz cozinheira E as roupas lavadas, passadas, dobradas guardadas! Lavadeira, passadeira, arrumadeira Na limpeza da casa, se faz faxineira E se faz doutora quando a febre surge e a doença aparece Psicóloga em consultas e conselhos intermináveis Professora da vida com todos os seus ensinamentos Amiga e confidente em todos os momentos Presidente de uma empresa chamada família Mulher que não se cansa Guerreira que não foge a luta Que enfrenta leões na vida para proteger seus filhos Intensa e incansável mãe Por ter me colocado no mundo Ter me criado Ter chorado e sofrido por mim Ser minha base, meu chão e o meu céu Se não fosse tudo o que és e sempre foi pra mim Não teria eu jamais palavras para descrevê-la Eu não só dou parabéns a ti minha mãe Mas dou minha vida, meu sangue e tudo o que tenho Me curvo, me ajoelho, e por ti A Deus rendo eterna gratidão OBRIGADO POR TUDO MINHA MÃE... MINHA ETERNA E AMADA MÃE!

Pezão da Timba

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Pensador.com

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⁠NA ESTRADA QUE CAMINHAS Nesta estrada que caminhas Já não vista como antes
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⁠NA ESTRADA QUE CAMINHAS Nesta estrada que caminhas Já não vista como antes Onde tantas andorinhas Que cantavam ao verdejante Já agora, tão sozinhas Voam ao longe bem distante Restam lá as doces vidas Mesmo sendo assim contidas De esperanças num instante Tão distante de um tempo Em que o homem desatento Com sua algóz destreza Sucubiu a natureza Com a mente tão errante Mas Deus reconstrói Tudo o que homem destrói E o amor como um herói Torna vivo e fascinante E na estrada em que caminhas Retornaram as andorinhas E hoje são vista como antes Pezão da Timba

Zuzuca do Salgueiro Autor: Pezão da Timba O tempo passou...
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Zuzuca do Salgueiro Autor: Pezão da Timba O tempo passou... A voz do poeta ecoou Em versos vermelho e branco O vermelho sangue deu vida E no branco da paz tão contida Deitou a poesia no chão do terreiro Sim... O tempo passou! Mas o poeta ecoa Sua voz no tempo que voa Acorda a história E a docê viva memória Ressurge em raiz num Salgueiro (2021, 19/outubro)

⁠“ISSO É SER TIJUQUEIRO” Autor: Pezão da Timba Ser Tijuqueiro é ser guerreiro
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⁠“ISSO É SER TIJUQUEIRO” Autor: Pezão da Timba Ser Tijuqueiro é ser guerreiro É ter um exército de irmãos na mesma guerra Plantar e colher da mesma terra Doar e se doar sem olhar a quem É ter no semblante humildade E nas marcas da tão cansada idade Ter hombridade pra ajudar alguém Ser Tijuqueiro é um alento É ter amor, bons sentimentos Pelas “crias” que criaram o lugar É ser raiz e ajudar a ser feliz Quem ainda não conhece o verbo amar Ser Tijuqueiro não é ser Tijucano É um termo em outro plano Mesmo sendo da Tijuca É se unir de verdade Em amor, calor e amizade E em prol da comunidade Desconstruir a muvuca Ser Tijuqueiro é ter de tarde, de noite e de dia A calma, o amor e a empatia De não ter vergonha dem pedir socorro Por que bem sabem que nos morros Lá todos são irmãos São todos por um e em uma só voz A gratidão por todos e Deus por nós Ser Tijuqueiro é ser Tijuqueiro De mente, alma e coração E como a fé de um guerreiro Na reza, na prece, na oração É ser do Rio de Janeiro... ser Tijuqueiro é ser campeão

⁠Que a luz do teu olhar, pela janela que se vê e pela leitura que assim faço, possa eternizar os passos
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⁠Que a luz do teu olhar, pela janela que se vê e pela leitura que assim faço, possa eternizar os passos de uma alma que escreve aquilo que o coração canta... Canta o amor, canta a flor, canta a vida mas sem dor Por que o canto em cada canto Não cabe o triste, mas no entanto Cabe a vida, cabe o pranto De alegria e de amor (Pezão da Timba)