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Frase de Elder Costa

⁠Talvez seja isso mesmo. Eu sou alguém com bagagens até demais. Então me perdoe por desabar. Eu sempre me preocupei em agradar, mas hoje eu só estou tentando me segurar. Ainda existem perguntas sem respostas, então não ligue pro meu silêncio. Considerações aos meus demônios de papel. Eu sempre estou no céu eu nunca me esqueço, eu nunca deixo de sentir. Quando tudo está escuro, cada gota se transforma em corredeira. Não existem sombras para me esconder agora. Estar na beira de um colapso e não gritar. Pensar e respirar, me segurar e não chorar. Talvez seja só isso o que eu sempre fui. É o que eles veem, nada mais. Eu sou uma peça sem quebra-cabeça, girando e forçando o meu encaixe. Tentando entender os barulhos a minha volta. E mesmo assim, eles ainda cobram o que eu nunca pude pagar. Me perdoe se eu não quiser falar. Exedi o meu limite de sentir, exedi a minha forma de gritar. E eu sinto muito se isso desagradar, mas se quiser ficar, pegue um lugar. Se quiser ficar, entenda o meu lar.

Elder Costa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Elder Costa

Nesse mar eu decidi navegar com meu corpo despido de incertezas. Meu pacto foi feito sobre o fragor da meia-noite onde o escuro acobertava minha escassa liberdade. No peito das pedras sou escravo, governado pelo oceano que pertence a mim. As marulhadas gritavam meu nome assim com…
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Nesse mar eu decidi navegar com meu corpo despido de incertezas. Meu pacto foi feito sobre o fragor da meia-noite onde o escuro acobertava minha escassa liberdade. No peito das pedras sou escravo, governado pelo oceano que pertence a mim. As marulhadas gritavam meu nome assim como os peixes gorgulhavam tão alto no meu ouvido! Me deixe sentir a água entrar nos meus pulmões, esqueça que sou seu súdito mortal e me mate nessa tempestade! Por favor lave minhas cicatrizes... Me deixe morrer, sim! Não me negue a paz. Só me dê mais um pouco do seu doce mar!

Cordas! Cordas em minhas mãos. Seus movimentos têm o monopólio do cadáver. Ande, pule, sinta, quebre seu coração. Apresentando-se para as cadeiras vazias continue seu número. Enrrolado sem cor, sem medo, sem amor. Um homem na mão de outros, um boneco no peito de seu amor. Corte!…
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Cordas! Cordas em minhas mãos. Seus movimentos têm o monopólio do cadáver. Ande, pule, sinta, quebre seu coração. Apresentando-se para as cadeiras vazias continue seu número. Enrrolado sem cor, sem medo, sem amor. Um homem na mão de outros, um boneco no peito de seu amor. Corte! Corte minhas mãos! Mas não deixe-me terminar o show. O refletor é venda. Onde está? O amor próprio que me salvou?

Amordaçado ele segue sem se importar com os sentimentos que batem na porta. Imóvel e descrente prossegue sobre as fendas agrurantes do desepero. O barulho! O barulho das batidas me assombra ao mesmo tempo em que cicatrizes traz. Persiste não aceitando o seu destino. Covarde porqu…
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Amordaçado ele segue sem se importar com os sentimentos que batem na porta. Imóvel e descrente prossegue sobre as fendas agrurantes do desepero. O barulho! O barulho das batidas me assombra ao mesmo tempo em que cicatrizes traz. Persiste não aceitando o seu destino. Covarde porque não vociferou?! Insisti em condenar o corpo e a mente que lhe derão abrigo? Com essas batidas. Com esse palpitar. Toda vez que ela passar.

Rio de traças que envenena e desgraça e trapaça. Corrente que prende e desprende lúcida como a gazela que mente. Exatamente como a mente que tenta e também aumenta suficiente.
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Rio de traças que envenena e desgraça e trapaça. Corrente que prende e desprende lúcida como a gazela que mente. Exatamente como a mente que tenta e também aumenta suficiente. Não tente se não for do lado dos crentes. Salgado e morno, como um peixe cru sem forno. És o meu interno morteiro desprovido do sossego rotineiro. Como o som das gorgulhas pelos peixe-agulhas do mar de batalhas profundas sem censura.