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Frase de Edineurai SaMarSi

MATEMÁTICA DA VIDA MATEMÁTICA × RELIGIÃO Todo mundo sabe — ou, pelo menos, já teve algum conhecimento — de Matemática, mas passa a vida inteira sem, de fato, utilizar grande parte daquilo que aprendeu. Na Matemática, nem sempre temos a oportunidade de usar Bhaskara, funções do 2º grau, o Teorema de Pitágoras, Trigonometria ou Geometria Plana e Espacial complexa... Porém, na Religião, temos a oportunidade de praticar ou vivenciar todos os dias. Seja por meio de um sorriso, de um “bom dia”, de um gesto de carinho, de uma palavra amiga ou simplesmente apreciando a beleza viva ao nosso lado, o nascer ou o pôr do sol... Talvez seja justamente o contrário: a RELIGIÃO é que é MATEMÁTICA. Muitos preferem se fechar, criar uma bolha e andar por aí como se não existisse mais ninguém no mundo. E, assim como acontece com a Matemática, ela fica presa em um livro da época da escola, esquecida em algum lugar da vida. A Religião também pode ser usada para assustar e controlar. Inventam histórias, criam enredos, alimentam traumas... E as pessoas ficam ou saem da escola, ficam ou saem da igreja, muitas vezes, por medo. Mas talvez a verdadeira matemática da vida seja outra: somar amor, multiplicar gentileza, dividir o que temos e diminuir a dor do outro. Porque, no fim, talvez seja essa a única conta que realmente importa.

Edineurai SaMarSi

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Pensador.com

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Escrito nos astros Estava escrito nos astros que eu nasci com a missão de te amar. O meu silêncio é a prova de que posso ter você sempre comigo.
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Escrito nos astros Estava escrito nos astros que eu nasci com a missão de te amar. O meu silêncio é a prova de que posso ter você sempre comigo. Ele pode ser grande, mas não é maior que o amor que sinto por você, nem mais longo que o caminho que o destino traçou para nós. Eu e você somos como o vento: vamos, mas sempre voltamos. Se existo na sua vida é porque sou mais você do que eu mesma. Sei que, muitas vezes, pareço egoísta; é apenas medo de que esse amor por você tome conta de tudo em mim. Quero queimar-me nos seus braços, deliciar-me com os seus beijos e, quando amar você, deixar de ser eu para sermos nós.

A minha verdade Enquanto houver verdade, haverá em mim
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A minha verdade Enquanto houver verdade, haverá em mim um grito que não se cala. Pois aqui habita uma sabedoria única, um sentimento inigualável. Onde a destreza provoca incertezas e busca, no íntimo, a soberba. O que se quer é o que se vê, não se inventa. Apenas se compreende, de certa maneira, e não se explica. A vida insiste e, por ora, é o que chega. Nem há busca, nem desespero; por vezes, apenas exagero. Ou talvez, esperança, o que causa anseio. E, no momento, é o que vejo. Busco prazer na simplicidade do acaso, no milagre do amanhecer. Em cada história eu me encontro, mas no amor, eu me perco. Novamente, como matemática básica, não tem erro. Essa sou eu: não guardo segredos, sou sempre do mesmo jeito.

Prefiro sentir saudade Prefiro sentir saudade Do que ver você
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Prefiro sentir saudade Prefiro sentir saudade Do que ver você Me ignorar. Fingindo que sou Apenas mais uma Na multidão. Que não sente O mesmo que eu... Esse amor tão intenso. A saudade é Imensa, Eu sei... Mas prefiro A distância Do que a certeza De que prefere Não lutar E me esquecer. Talvez, usando Alguma Mágica, Que apague Um amor verdadeiro. Prefiro sentir saudade, Mesmo que doa E destrua os meus desejos. Prefiro sentir saudade A ter que vê-lo Me dando as costas Mais uma vez.

O amor é azul Parada contra a parede, mais um obstáculo...
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O amor é azul Parada contra a parede, mais um obstáculo... Olhei para trás — só havia ruínas. Voltar não é uma opção. Como seguir sozinha, sem ânimo, sem condição. Sinto uma mão na minha, alguém ao meu lado... O amor da minha vida está aqui — e era tudo o que eu precisava. Escalar era a única saída. Seria perigoso — ele me disse. Mas respondi que conseguiríamos... Já no alto, impossível descer... — Faz um arco-íris — ele sugeriu, como você fez da outra vez... E assim foi feito: um grande e lindo, com cores vibrantes... E ele nos levou a um belo campo distante... Ele sorriu e perguntou: — E onde está o tesouro? E eu respondi: — Você é o meu pote de ouro no final do arco-íris... Mas aquilo mexeu comigo... De novo, eu o levei para onde não pertencia... Afastei-me, olhei ao redor, e tudo eram plantas e flores... Era o meu mundo — não o dele — sem nenhuma atração, sem realeza... As nossas diferenças eram gritantes: água e vinho, branco e negro, dúvida e certeza... As suas mãos, tão lindas, delicadas e macias... As minhas — cansadas, cheias de cicatrizes... O amor é azul — um jeito bonito de chamar de esquisito... Doeu perceber. Aproximei-me novamente e me desculpei por levá-lo a um lugar que era só meu... "Te afastei... com medo de não te caber. Mas você ficou." Me olhou — como quem nunca teve dúvida — e disse baixinho: — O nosso amor é único e verdadeiro. E o meu lugar é ao seu lado... pois somos um só, e não existem barreiras. E naquele instante, entendi: o amor é azul... estranho, profundo, e infinito. 🌛☀️