Frase de Giovane Silva Santos
Quantos cúmplices há Um bloco europeu, entre aspas e vírgulas talvez. Nessa manobra sórdida. Orientais donos da altivez. Até minha América, do norte a insensatez. Estações ao redor do meu Brasil. O que querem este funil. As igrejas, as escolas, as faculdades se calam. No jogo de ambigüidades. Envolvendo a multidão nos enganos e obscuridade. Oh meu povo, cuidado com os Deuses, gregos, egípcios, bezerros de ouro, sabedoria, filosofia, antiguidade dos Hebreus. Oh Brasil refém, o rolo compressor, os poderosos massacrando a gente. Ouro, prata, carne. Imprimem força que arde. Eu sei, ainda é cedo, não, grita a poesia agora, amanhã a letra é tarde. O que libertas. Fale igreja, não coloque meu Jesus novamente na cruz. Essa esfera marginal. A identidade política imoral. Até igrejas entra na dança e tal. Maioral, grite, Católica, Universal, Mundial. Dê nome aos diabos material, materializados na vida real. Quem são os poderosos do mal. Que se vestem de gafanhotos. Migrador, destruidor, cortador, devorador. Contem ao povo. Ranque o pinto do ovo. Cante o galo da verdade ao povo. Quem são, que tende a enganar, escravizar, engolir toda riqueza nesse jogo. Quais os países estão dentro do útero dessa refém terra. Potestades, principados, materializados nessa guerra. Se entraram pelo ar, pelo túnel e pelas águas, outra trilha Ai que acharam mil caminhos, fugiram, bateram retiradas com todas armadilhas. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde