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Frase de Juliano fraissat

Linda Paisagem Sentado em meio às árvores, aprecio o pôr do sol. Uma ninhada de pássaros chega aos montes, cantando e anunciando a chegada do outono. O céu, de um azul profundo, é emoldurado por uma brisa suave que acaricia meu corpo. As folhas das árvores dançam gentilmente ao ritmo do vento, criando um sussurro harmonioso. Cigarras, grilos e sapos, como uma orquestra, iniciam ao meu redor um esplendoroso concerto musical. O som das águas de um riacho próximo se mistura à melodia natural, trazendo uma sensação de paz e tranquilidade. O ar está impregnado com o aroma fresco da terra úmida e o perfume sutil das flores silvestres. O cheiro das folhas secas, espalhadas pelo chão, evoca memórias de outonos passados. A noite chega, as luzes se acendem e as pessoas começam a se recolher rumo aos seus lares, alheias ao maravilhoso espetáculo que as cerca. As estrelas começam a brilhar no céu, como pequenos diamantes, iluminando a escuridão com seu brilho sutil. O som distante de risadas e conversas se mistura ao canto dos grilos, criando uma sinfonia de sons noturnos. *Juliano Fraissat, 12 de setembro de 2016, 02:19 AM.* ---

Juliano fraissat

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Juliano fraissat

Devaneios de uma mente Atormentada A noite por mais que seja sombria, Fria e vazia, ela é bela, o vazio que se aloca nas ruas com o avançar da noite preenche meu espírito vazio, que deseja novas experiências. [...]
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Devaneios de uma mente Atormentada A noite por mais que seja sombria, Fria e vazia, ela é bela, o vazio que se aloca nas ruas com o avançar da noite preenche meu espírito vazio, que deseja novas experiências. [...] Anseios de coisas que eu não posso ter, estão entranhadas no fundo da minha alma, Que lá foram colocados pelo meu medo sagaz, que não quer me ver com o novo e desconhecido. [...] A imensidão do céu estrelado faz me sentir pequeno e insignificante diante de tal grandiosidade, Mas o fato de eu saber que faço parte e tenho meu papel em tal obra, eu me sinto grande novamente. [...] Meu espírito puro não consegue ver as mentiras e falsidades que o cercam, Não consigo mensurar o que sinto diante disto, pois sou tão ingênuo para entender tudo isto. [...] Em noites frias e trevosas me pego do alto observando o vazio das ruas, imaginando ali 1 milhão de coisas acontecendo ao mesmo tempo, e essas um milhão de coisas são tão arrepiantes e devastadoras que me vejo chorando diante de tudo isto. 15/08/2015 11.28 pm, Juliano fraissat.

⁠Devaneio neurodivergente Quando eu era criança, me imaginava como um cavalo selvagem, galopando livremente pelos campos da existência. O vento, cúmplice silencioso, acariciava minha crina, e meus cascos batiam em compasso com o pulsar da terra. Naqueles devaneios, eu era mais…
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⁠Devaneio neurodivergente Quando eu era criança, me imaginava como um cavalo selvagem, galopando livremente pelos campos da existência. O vento, cúmplice silencioso, acariciava minha crina, e meus cascos batiam em compasso com o pulsar da terra. Naqueles devaneios, eu era mais do que carne e osso; eu era a própria essência da liberdade. Acreditava que, um dia, me desvencilharia das rédeas invisíveis que a vida impõe. Sonhava com a plenitude de correr sem amarras, sem medo, sem olhar para trás. Mas o tempo, esse sábio implacável, me ensinou que a liberdade não é um galope desenfreado. Ela reside na consciência de nossas próprias limitações, na aceitação das rédeas que nos moldam. O erro, esse fiel companheiro, também tem seu papel: ele nos forja, nos humaniza, nos conduz à sabedoria. Hoje, olho para trás e me pergunto: será que sou o cavalo selvagem que idealizei? Talvez não. Talvez a verdadeira liberdade esteja na compreensão de que somos todos cavalos, às vezes domados, às vezes indomáveis, mas sempre parte desse vasto campo de possibilidades chamado vida.