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Frase de Danielle Duarte

Às vezes me sinto absurdamente confusa, tenho medos, muitos medos. Tenho preocupações, como: se algum dia vou ter a minha própria família, meu trabalho estável, ter o meu marido juntamente com meus filhos; repreende-los, cuidar e até mesmo apenas os observar enquanto brincam na praia em um fim de semana de férias do trabalho. Ah, como eu anseio isso! Não que eu queira agora, não mesmo, mas são desejos simples de vida que quero mais do que tudo que se concretizem. Tudo bem, normalmente quando tento falar isso para alguém sempre ouço " você é muito nova para pensar nessas coisas! ", bem, não ligo! Tenho desejos absolutamente comuns de reunir a família para arrumar a árvore de natal, mesmo que não faça sentido, mas para que a união prevaleça, ou mesmo de comemorar o nascimento de um filho, um aniversário, jantarmos juntos todos os dias como outras famílias faziam antigamente, e contar histórias para eles ouvirem, levar os filhos na escola, ou na casa do amiguinho, dar um presente e ver o brilho nos olhinhos. E à noite, deitar na cama com um alívio de estar ao lado da pessoa amada, saber que você não está sozinho naqueles e nem nos outros momentos que seguirão. E você não precisaria mais sofrer de aflição devido às preocupações antigas de realizar um sonho simples, porque agora, você não apenas imagina, mas você vive o imaginado! Os porquês por trás de cada situação vivida mostram que a simplicidade torna-se mais difícil que a própria complicação. De tudo na vida as marcas sempre são deixadas por momentos simples! Às 16:32 para MT em um sábado cheio de leituras e simplesmente calmo de pensamentos comuns.

Danielle Duarte

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Vi muita gente indo embora, Se mudando para outro vazio, Que em seguida seria preenchido. Vi muita gente se despedindo, Outros correndo, Fugindo, Com medo de dizer adeus. Vi imensidões e vi cubículos. Guardei amores estourados, Amassados, Jogados no lixo. Vi olhares em desertos. Ouvi o som de estar só. Sofri um pouco, Ou pior. Vi mares em lágrimas. Retratos de artes inacabadas, Esquecidas, Ou simplesmente nada. Vi Ele, em minha frente. Um Homem, Com Magestade De deus. Um moço, que me ouviu, Me tirou, me corrigiu E me amou, verdadeiramente, Eu senti. Senti as batidas de amor, De um humano, Nem ciborgue, nem robô. Quanto amor... E o melhor de tudo: poder vê-lo, Em um dia qualquer, Calor ou FRIO. Ou nunca mais. Um frio gostoso na barriga, Uma aventura quente, Que não sai da mente, Nem da boca. Enquanto vejo pessoas, Também vejo fins e recomeços, Alguns traçados, E outros cheios de desordem. Principalmente: Me vejo, na fila do descaso, Esperando ao lado. Ao seu lado, Sentada, Na ladeira dos sonhos bons.