Pular para o conteúdo

Frase de Manolo Kottwitz

A essência Somos Loucos Bandidos Somos Estranhos Sentinelas Poetas Caminhamos Contra O sopro Dos ventos Em ventos De contratempo Emergimos Das entranhas Do ser Para ser E simplesmente E nessa Odisséia Poética Pecamos.

Manolo Kottwitz

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Manolo Kottwitz

Solilóquio do silêncio Tente ouvir o silêncio! (respire) .......................................................................
Continuar lendo

Solilóquio do silêncio Tente ouvir o silêncio! (respire) ....................................................................... ....................................................................... ....................................................................... Tente sentir o silêncio! (respire) ....................................................................... ....................................................................... ....................................................................... Tente tocar o silêncio! (respire) ....................................................................... ....................................................................... Tente ser o silêncio! (durma) ....................................................................... .......................................................................

Esquerdo Peguei-me na tentativa abstrata De meros caminhos flácidos,
Continuar lendo

Esquerdo Peguei-me na tentativa abstrata De meros caminhos flácidos, Como todos. Meu sangue corre poroso, Roendo as paredes do céu. Senti vibrações cósmicas No entardecer caótico, e aceitei. Mas o caos! Eu aceito o caos? – não! Recuso-me aceitá-lo. Meu prazer está na criação discreta Da punhalada. Sobrevivo entre os escombros De uma nação encardida, cariada. Que seus dentes amarelos ferem Fundo os meus olhos e ouvidos. E limito-me a canonizar a Vergonha nacional, com meu verso De sete pontas. Porque sei que Este fere mais.

Ode à eterna efemeridade do tempo I Quando do tempo tornei à realidade, meus olhos já haviam perdido o brilho.
Continuar lendo

Ode à eterna efemeridade do tempo I Quando do tempo tornei à realidade, meus olhos já haviam perdido o brilho. Perdi o brilho porque tu, desgraçada vida, Tu, desgraçadamente, me ausentaras o sangue, e as inglórias imagens da morte vêm me visitando à noite e me tomando o sono, desde então. Minha cama de doces lírios pálidos agora espeta-me o dorso, e nada se há de fazer para conter as vastas mãos da tragédia. Quando do tempo tornei à realidade, meu corpo já não me pertencia mais, e pus-me a percorrer a vasta esfera para encontrar-me. Só que a imensidão me é vil neste instante em que vago devasso por aí, e esta terra abrasadora queima-me os pés calejados. Tenho-me apenas na lembrança de um dia calmo, Mas a lembrança me é insuficiente para sorrir. [...]

Mãezinha Pelos momentos calados em nossos corpos, Agora emerge na realidade, o que antes se disse sonho
Continuar lendo

Mãezinha Pelos momentos calados em nossos corpos, Agora emerge na realidade, o que antes se disse sonho Fazendo-nos respirar, às frestas, seus ensejos. Veio como uma nuvem, chegando aos poucos, e em pouco, cobriu os restos do que antes era céu, cantarolando seus pingos de chuva, fascinando. Calou o Sol, e dormiu tal como brisa, Devagarzinho, indo-se de leve, Bocejando seus aromas exatos, inspirando ares breves. De repente, no clivo mais agudo, Escorregou seus olhos firmes na Massa dispersa de desejos irrealizados, Veio-me mansa, calmamente deslizando Seus longos dedos pela minha face irrecuperável. Disse-me que era santa... - Santa Mãe dos Condenados!